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Quinta-feira, Julho 02, 2009 ![]() Saul Gorn - Professor. Leio algumas cartas que não foram entregues. Relembro frases que não foram ditas. Pedaços de mim que continham você. Hoje nada muito além de marcas transfiguradas e atenuadas pelo tempo. Esta é a minha verdade. E nela eu acredito. Eu, Simplesmente Outono. Sexta-feira, Junho 19, 2009 ![]() Muitas coisas a serem ditas. Sem o menor pudor eu as diria se de fato valessem à pena. Pessoas, gestos, sentimentos, palavras: somente se fizerem jus a mim. Eu, Simplesmente Outono. Terça-feira, Maio 05, 2009 ![]() Segunda-feira, Abril 27, 2009 ![]() Eu, Simplesmente Outono. Sábado, Março 14, 2009 ![]() Quando a saudade resolve a todo e a qualquer custo impor sua presença aceite tal imponência, pois lutar contra seria tolice. Exmª. Srª. Saudade lhe concedo o direito de permanecer em minha companhia até que sua ausência seja exigida. Após seu real intento ser atingido digo: o de sugar-me todas as forças que um recomeço exige lhe informo que ainda haverão possibilidades de começar sempre. Eis, que mais uma luta será travada onde as vitórias acontecem por revezamento. Afirmo a esta mesma Srª que conviver com sua presença (quase constante) jamais fez parte dos meus planos, portanto trate de seguir o seu rumo, pois tento dia após dia seguir o meu sem solicitar a "bendita" imposição da sua presença. Eu, Simplesmente Outono. Terça-feira, Março 10, 2009 Desejo todos os amores não vividos, incluindo os sorrisos que permaneceram guardados, calados, malogrados... Rogo por todas as verdades que nasceram verdades acompanhadas por um “quê” de cumplicidade que traz consigo por si só. Enfim, eis uma mulher que almeja viver tudo que ainda não foi vivido, somado, compartilhado, diminuído por alguns poucos ou vários motivos. Eu, Simplesmente Outono. Segunda-feira, Março 02, 2009 Quinta-feira, Fevereiro 19, 2009 ![]() Uma das partes envolvidas não avisou que... Enquanto a parte intensa e verdadeira acreditava, digo o Outono... Ela, a outra parte, apenas sustentava e gerava alimento para o seu ego... Enfim, o que acabou descaracterizando por completo o suposto dia em que a Terra parou. Foi comprovado que mentiras e metades ainda não são capazes de alcançar tal efeito. São lamentáveis as exceções em que os números acabam não sendo mais necessários para o complemento das letras... Esta acaba de se tornar uma delas, onde agora de forma totalmente independente cada um segue o seu caminho... Eu, Simplesmente Outono. Ps.: Despida dos números. Vestindo verdade. Sexta-feira, Fevereiro 13, 2009 ![]() Quando ocorre a deliciosa e inexplicável junção das letras com números o resultado acaba sendo onde mais uma vez foi sentido por todos... Notícia extraordinária: “Hoje mais uma vez foi constatado que a Terra parou por algumas horas sem que houvesse explicação para tal efeito”... E segundo cientistas o fato já está sendo estudado. Eu, Simplesmente Outono. Ps.: "Vestida de números". Sexta-feira, Janeiro 30, 2009 ![]() MORAL DA HISTÓRIA: antes o conformismo de uma ausência comprovada do que a parvoíce de manter um mero capricho da sua imaginação... Eu, Simplesmente Outono. Quinta-feira, Janeiro 22, 2009 Sábado, Novembro 01, 2008 ![]() Sábado, Outubro 18, 2008 ![]() Domingo, Agosto 31, 2008 ![]() E repleta de ti. Esta tem sido a minha verdade. Eu, Simplesmente Outono. Quinta-feira, Julho 24, 2008 ![]() Domingo, Maio 25, 2008 ![]() Eu, Simplesmente Outono. Segunda-feira, Março 10, 2008 ![]() Esperei. Como esperei. Deveras desejei. Como desejei. Tive medo de que não chegasse. Acreditei que seria a própria maturidade vestida de Michele quando atingisse este número. Hoje vejo que não sou. Sabe que é até melhor assim pois poder agir com a inocência de uma criança dói muito menos do que fazer jus da esperteza de um adulto. Esta foi denominada a idade crítica do suposto sexo frágil. Sinonímia que não concordo em gênero, número e grau. Afirmo tal e tamanha discordância da maneira mais veemente que houver. Sexo Frágil? Escolho a hora que assim quero ser definida. Falo dos 30, dos meus 30. Vivi, senti, chorei, ri, calei, escrevi, cantei, li, não fiz nada, fiz o “meu” tudo. Fui grossa, solidária, gentil, apática e também dona da verdade. Ahhh, eu menti. Fiz juras de amor. Encantei-me por pessoas, bichos, coisas, lugares e situações. Questionei o que não merecia, não podia ou até não devia ser questionado. Achei respostas que acabei não gostando. Senti falta de uma religião porém não de Deus. Ele esteve presente sempre. A maturidade faz o sim virar não e vice-versa. Certeza vira dúvida, dúvida vira certeza. Perguntas viram respostas e o tal vice-versa ainda impõe sua presença. Mudei ora o que não queria ora o que devia. Acreditei na mesma ordem e também na ordem contrária. Sonhei com o possível e conquistei o impossível. Amei da pior e da melhor maneira. Fui várias e também única. Muitas vezes ao mesmo tempo. Desejei o que jamais seria meu. Justa e simplesmente porque não era para ser. Fui apenas isso ou até mesmo isso tudo porém estes anos são meus e ninguém tira. Enfim, hoje me darei os PARABÉNS exatamente como está escrito. Terça-feira, Fevereiro 05, 2008 ![]() Cores surgirão, é apenas questão de tempo. Eu, Simplesmente Outono. Sábado, Janeiro 26, 2008 ![]() Sábado, Dezembro 22, 2007 Quarta-feira, Outubro 10, 2007 ![]() Quinta-feira, Setembro 13, 2007 ![]() Quinta-feira, Julho 19, 2007 ![]() Sábado, Maio 19, 2007 ![]() Terça-feira, Abril 17, 2007
Enfim, a minha tão sonhada e desejada Biologia! Não tenho feito outra coisa a não ser: estudar, estudar e estudar. Breve, muito breve estarei de volta. Beijos carinhosos agradecendo cada manifesto de carinho. Eu, Simplesmente Outono. Sábado, Março 10, 2007 ![]() Pela minha família e pelos meus amigos. Pelas paixões e pelos falsos amores. Pelos ganhos e pelas perdas. Pelas pessoas que conheci e por aquelas que deixei de conhecer. Pelos sonhos desfeitos e ainda mais pelos realizados. Pelas lágrimas e pelos sorrisos. Pelos livros lidos e pelas músicas ouvidas. Por cada sentimento que serviu-me de inspiração ou lamento. Por cada texto sentido e criado. Pelas ousadias realizadas e ainda por tantas outras que me permitirei realizar. Pelo não que virou sim e vice versa. Pelo meu Outono e pelas outras estações que pude sentir vivendo. Pelos erros e acertos. Enfim, obrigada por mais um ano vivido plena e intensamente. Domingo, Fevereiro 11, 2007 ![]() (Ana Carolina / Antônio Villeroy) Os meus passos vão ficar E todo abandono que eu sentia vai passar As folhas pelo chão Que um dia o vento vai levar Meus olhos só verão que tudo poderá mudar Eu voltei por entre as flores da estrada Pra dizer que sem você não há mais nada Quero ter você bem mais que perto Com você eu sinto o céu aberto Daria pra escrever um livro Se eu fosse contar Tudo que passei antes de te encontrar Pego sua mão e peço pra me escutar Seu olhar me diz que você quer me acompanhar Sábado, Fevereiro 03, 2007 ![]() Confeti para recordar uma infância que desejo de volta... Coloridos e docinho na medida certa. Afinal, como achamos a medida? Alguém pode me dizer? Quinta-feira, Janeiro 18, 2007 ![]() Se faz doce somente quando optamos para que ela assim seja. Domingo, Dezembro 31, 2006 ![]() Ouvi todas as músicas que desejei. Perdi pessoas que não gostaria jamais de ter perdido. Construí sonhos ainda não realizados. Curti bastante minha mãe. Visitei meus amigos sempre que pude. Conheci pessoas únicas. Conquistei algumas quando não devia. Comecei textos e não terminei. Li bons livros. Ri e chorei. Fui pedida em casamento. Tomei banho de chuva. Fiz novos amigos. Vi alguns filmes mesmo não gostando. Senti saudade o ano inteiro em vários momentos. Fui útil e meu espírito agradece. Também fútil e me arrependi. Descobri amigos que não eram amigos. Comprei passagens para Porto Alegre e cancelei. Conheci o Rafael, a Renata e o Antônio Carlos. E hoje não estão mais entre nós. Superei alguns medos e criei outros. Fiz rir e chorar. Dancei de olhos fechados. Não nadei uma vez sequer. Alguém falou e cumpriu. Fiquei sozinha sempre que precisei. Descobri cabelos brancos e arranquei. Comprei coisinhas de mulher. Cozinhei pouquíssimas vezes. Namorei quem não devia. Meu irmão ficou noivo. Tive que tomar uma grande decisão. Quase não fui à praia. Tive meu melhor amigo sempre por perto. Tive surpresas boas e ruins. Enfim, posso dizer que 2006 foi um ano que pude descobrir coisas que fizeram toda e total diferença e certamente continuarão fazendo. Sem dúvida fiz por onde me tornar uma pessoa melhor, revi certos conceitos, aceitei certos erros, descobri qualidades... Quero um 2007 para ser vivido da melhor forma. E isso garanto fazer. Segunda-feira, Novembro 20, 2006 ![]() Carlito Maia - Brasileiro (1924-2002) - publicitário e escritor. Jorge Luis Borges - Argentino (1899-1986) - poeta e escritor. John A. Shedd - Americano (séc. XIX) - advogado. Domingo, Novembro 12, 2006 ![]() Terça-feira, Outubro 17, 2006 Falta-me algo hoje. Estou aqui nem sei como... Apenas não sei e pronto, porém estou. Meio assim, meio nada, meio tudo. Dizem que pode ser saudade. Eu diria necessidade. Talvez ambos. Quem provém de quem, afinal? Estou certa de que encontro-me entorpecida pelo teu gosto, pela tua pele, por você. Doce e maliciosamente entorpecida. Estou perdida no tempo, no espaço. Não me acho e nem quero. Quero que você me ache. Me acha, vai... Me pega e me invada afinal hoje te permito fazer de mim o que quiser. Faça, por favor... eu deixo, eu quero, eu preciso me conceder a essa entrega submissa. Te quero deliciosamente certa de que não como quis tantos outros pois os outros tinham um lado só, o lado que eles queriam mostrar. Você se mostra inteiro, sombrio e claro, doce e acre, denso e leve, intenso e calmo, enfim sem pudores e sem medo... Te quero nu e te quero cru. Te quero bem e te quero mal. Te quero devasso e te quero anjo. Te quero casto, porém ainda mais, muito mais indecoroso. Te quero menino, tímido, sereno. Te quero homem, descarado, despudorado. Quero te amar em uma cama com pétalas de rosas e lençóis de cetim. Quero te amar com urgência no banco de trás do carro. Quero te amar na lama e ter sua boca com gosto de chuva. Quero te amar na areia da praia e observar teus olhos mirando as estrelas e a lua. Quero teus sonhos, entretanto os pesadelos devem vir pois também os quero. Quero teus amores amados... Ou simplesmente os prazeres de amores. Quero ser teu presente e teu futuro. Quero tuas lembranças, tuas histórias. Adoro teu passado meigo, lascivo, devasso. Adoro o teu preto e o teu branco. Adoro todos os teus lados, frestas, cantos, ângulos, retas e curvas. Te quero assim dessa forma e sem forma exata. Eu, Simplesmente Outono. Sábado, Outubro 07, 2006 ![]() SAUDADE: dos números. LEMBRANÇA: Ciências Exatas. ANGÚSTIA: querer demais e ser tolhida de forma doída e absurda. PREOCUPAÇÃO: se está bem e feliz. INDECISÃO: ela nem aparece quando o X da questão é você. CERTEZA: desta admiração. INTUIÇÃO: de que ainda nos veremos por aí seja nesta vida ou mesmo nas outras. PRESSENTIMENTO: quando ele aparece arrumo um jeito de obter notícias. VERGONHA: por te querer desta forma e sem forma exata. ANSIEDADE: por te ver mais uma vez e não dizer uma só palavra. INTERESSE: ter você ou me livrar de uma vez por todas. SENTIMENTO: os melhores eu te dou. RAIVA: da cena! TRISTEZA: por ter sido mais uma. FELICIDADE: pelos dias de convivência. DOR: ser de outro querendo ser tua. AMIZADE: além dela, tantos outros sentimentos. CULPA: não me culpo. eu sinto, eu quero e pronto! LUCIDEZ: sempre esteve presente. RAZÃO: foi ela que deu o basta! VONTADE: ora ora... todas, mesmo não podendo. PAIXÃO: passei deste estágio. AMOR: enfim, encontrei a definição... Hoje dispenso assinatura. Terça-feira, Setembro 26, 2006 ![]() Já tentei ser mais ou menos... Já tentei subir no muro... Já tentei ter pavio por mais curto que fosse... Já tentei falar em meias palavras... Já tentei viver pela metade... E já tentei até não tentar simplesmente. Pago pra ver todas às vezes. Dou minha cara a tapa e ainda viro o outro lado. É fato: só aprendo assim. Raramente me permito dançar conforme a música. E assim vou indo atrás do bloco e abrindo o meu caminho. Tenho orgulho de mim. E será que tenho mesmo? Surpreender me faz feliz e vice-versa mais ainda. Tiro o time de campo numa boa, entretanto quando perco sento e choro. Agora quando ganho choro mais ainda. Ser intensa tem seu preço e verdadeira custa mais ainda. Enfim, vou pagando enquanto me for permitido. Sendo isso tudo ou mesmo só isso tenho conseguido passar por esta vida deixando meu rastro e infelizmente algumas cicatrizes. Michele, não falemos em cicatrizes ou talvez numa outra hora que não esta. Eu, Simplesmente Outono. Quarta-feira, Setembro 13, 2006 ![]() Fui tua... Fui tua de alma já que de corpo você ficou me devendo. Ter sido apenas de alma teve que me bastar. Ser também de corpo colocaria tudo a perder. Sua moralidade foi tamanha ao ponto de ficarmos no ora veja!!! Perder o que nunca foi meu... Perder o que já começou perdido... Perder o que não era para ser ganho... Eu já estava perdida... E com isso... Minha alma sente falta da tua... Meu encantamento sente falta do teu... Minha vontade de você não passa... Imoral já éramos, seu tolo! Faltou, porém a melhor e a mais desejada das imoralidades . Falo daquela bem devassa e despudorada, entretanto não menos de alma... Muitas vezes supliquei por ela calada e também aos berros. Fui e ainda sou tua. Agora exijo deixar de ser. Eu, Simplesmente Outono Sexta-feira, Setembro 08, 2006 ![]() Domingo, Junho 25, 2006 ![]() Haverá algumas mudanças porque afinal de contas elas muitas vezes se fazem altamente necessárias. Beijos e folhas secas desta estação que tenta a todo custo ser feliz... Eu, Simplesmente Outono. Domingo, Abril 09, 2006 Houve um pacto implícito que rompeste e sem te despedires foste embora. Detonaste o pacto. Detonaste a vida geral, a comum aquiescência de viver e explorar os rumos da obscuridade, sem prazo, sem consulta; sem provocação, até o limite das folhas caídas na hora de cair. Antecipaste a hora. Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas. Que poderias ter feito mais grave do que o ato sem continuação, o ato em si, o ato que não ousamos nem sabemos ousar... porque depois dele não há nada? Tenho razão para sentir saudade de ti, de nossa convivência em falas camaradas, simples apertar de mãos, nem isso, voz modulando sílabas conhecidas e banais, que eram sempre certeza e segurança. Sim tenho saudades. Sim, acuso-te porque fizeste o não previsto nas leis da amizade e da natureza nem nos deixaste sequer o direito de indagar porque o fizeste, porque te foste. Domingo, Fevereiro 19, 2006 ![]() Aos poucos que verdadeiramente me conhecem sabem que eu SIMPLESMENTE ADORO confessar o inconfessável. Sou atrevida sim e daí? Me permito ser passada a limpo somente por mim mesma diga-se de passagem e foi isso que acabei fazendo neste longo e necessário desaparecimento. Tirar o time de campo se torna até prazeroso de vez em quando, entretanto o que não me permito jamais é deixar de jogar. Ficar de fora avaliando a partida rolando faz com que cada jogada seja avaliada para finalmente alcançar o tão sonhado e esperado intento, digo o gol. Por isso informo através destas breves linhas que juro que eu tentei ficar com o que há de melhor da Michele, porém.... alguns defeitos teimaram por permanecer como por exemplo a ousadia de sempre se mostrar por inteira. Acredito que esta transparência sem pudor e desavergonhada mesmo faz de mim uma pessoa que tem feito falta para algumas outras e deliciosamente já faz tudo valer a pena. Aos que julgaram me amar se realmente o tivessem feito jamais teriam me perdido. Estou voltando à partida e o que eu mais quero é fazer gol. Beijos e folhas secas desta estação que a cada dia se apaixona mais e mais pelas letras e tenta a todo custo ser feliz... Eu, Simplesmente Outono. Sábado, Outubro 29, 2005 ![]() Amiga minha está assim. Feliz por ela, mas para acalmá-la um pouco, enviei-lhe estas velhas idéias. A mulher em estado de paixão é um ser em estado permanente de torcida do Flamengo. Torce mais por ele (o amado) que pela Seleção. Entra no campo, agride o juiz, salta o alambrado, topa qualquer desafio. Só vê a vitória. Vai pro exílio, larga carreira, profissão, conveniência, partido político. Só tem um caminho e uma verdade: a paixão. O resto virá depois. Sem ele, o tudo é nada. É o mais paciente dos seres impacientes. Sempre em estado de "estou pronta" leva anos esperando com uma insuportável e maravilhosa impaciência, exigência, dedicação, entrega, cegueira, vontade de quintais, praias e amarrações que supõe perfeitas e definitivas. Ninguém vive a provisoriedade com tanto sentido de permanência. Ninguém assina em branco e antecipa tantos avais de afeto. Ninguém erra com tanta convicção e decência. Para ela, a única alternativa para o tédio é a paixão. É fera e santa, guerreira e gato, desastrada e genial, capaz de usar fitas; meias coloridas; de enfrentar solidões, distâncias, presenças e furacões pelo ser amado. É o mais regular dos seres irregulares, porque não julga, não pensa, não avalia: sente. E que se danem o mundo, as regras, as regulações, disposições, legislações e tudo aquilo que a mãe ensinou! Que o mundo exploda em flores! Ser de grandezas só vive de migalhas. Entende de lençóis iluminados pela luz do corredor nas noites sem sono, conhece ruídos diferentes de tique-taques e entende de cantores e poetas (escolhidos secretamente). Interpreta as mensagens mais sutis do amado: tom de voz, espaço entre uma e outra frase, fomes dominicais, impressões vagas de cansaço, tédio, alegria ou saudade expressas por fungados, suspiros, desabafos, interjeições, gestos, sons, olhares. Mistura disposição com vontade. Possibilidade com ânsia. Dificuldade com não querer. Em suma: é o mais incapaz dos capazes do que há de melhor, mais lindo, legítimo e verdadeiro. Especialista em pretextos; modista de oportunidades; navegantes de esperanças; tecelã de ternuras; doceira de amarguras. É furacão e chuvisco; exaltação e placidez; adivinhação e alienação; sábia e patusca; maravilha e susto; mãe e mulher; filha e bruxa; santa e desastrada. O único ser que topa qualquer parada não é o herói nem o desesperado: é a mulher apaixonada. ARTUR DA TÁVOLA Domingo, Setembro 11, 2005 ![]() Definir "ousadia" tornou-se algo fácil: pessoa de vinte e muitos anos expondo suas tão íntimas e não menos necessárias linhas e porque também não dizer devaneios numa página pessoal da internet. O que fazer e que critérios usar quando isso a torna uma pessoa plena???... Vou vivendo ora ousada, ora plena, ora frágil, ora simplesmente preta e branca... Certamente não saberia viver sem as letras e também não sem os números. E confesso que assim tem sido bem legal viver. Definir "plenitude" seria esta tal pessoa se permitindo ousar.. ora... ora... Como prometi minha estação está de volta deixando minhas frágeis folhas secas por onde me permitirem passar. Eu, Simplesmente Outono. Sábado, Agosto 20, 2005 Estou na verdade usando a Net de um shopping center do RJ.
Quinta-feira, Maio 26, 2005 Quero e preciso de uma resposta significativa e acima de tudo definitiva: Porque esta mania absurda de falar sempre de amor? Seria eu uma eterna idiota que ainda acredita neste sentimento ou de fato a certa na história é a pessoa que vos escreve? Nesta vida escolhi ser a idiota, talvez na outra ainda assim seja uma idiota. Um dia se assim me for permitido o viverei de maneira sublime e feliz. Como falar de amor é bom... causa sensações e eu adoro sentir... Simplesmente Outono Domingo, Abril 17, 2005 se de fato sou especial... trate-me como tal também. se não sou absolutamente nada... faça exatamente o que tem feito. agora não venha fingir um amorzinho medíocre porque isso se torna patético. Domingo, Abril 03, 2005 ![]() Hoje quero ser a audácia vestida de Michele... Quero provocar até ouvir tua súplica... Quero ser a melhor de todas as luxúrias e a que se tornará inesquecível... Quero te deixar com o meu gosto e com o meu cheiro. Quero permancer em você... Quero grudar de tal forma na tua pele que onde estiver me levará contigo e todos a tua volta sentirão a minha presença... Serei vista no teu olhar, na tua fala e nos menores gestos. E assim sendo nos restará apenas dois caminhos... Ou você virá ao meu encontro sedento e faminto ou então o ser suplicante deixará de ser você e passarei a contar os dias para finalmente me livrar desse querer. Eu, Simplesmente Outono. Quinta-feira, Março 10, 2005 ![]() Hoje estou aqui para dividir a alegria desta data com vc que fielmente tem me acompanhado nesta caminhada blogueira. Bom, como uma legítima pisciana o dia de hoje é literalmente MEU. Aproveito esta data para agradecer cada demonstração de carinho, cada elogio apesar de achar que não os mereço já que a pessoa exposta sou eu de fato e por isso não vejo motivo para tantos elogios, enfim... agradeço também as críticas afinal elas se fazem altamente necessárias. Estou muuuuuuuuuuito feliz e todos vocês fazem parte desta minha felicidade. Obrigada, obrigada e obrigada. Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005 tua boca, teu cheiro, tuas mãos... teu corpo, tua respiração, teu gosto... teu medo, teu desejo, tua audácia... tua coragem, tua pele, teu jeito... permitido ou proibido.. certo ou errado... com ou sem barba... que saudade! uma admiração quase que instantânea... um entendimento mútuo e inexplicável. um abraço que conforta... protege... e deliciosamente provoca... torna-se suficiente dispensando qualquer outro gesto. que saudade! te adoro de forma única assim como te desejo da mesma maneira. talvez existam outros sentimentos envolvidos sem explicação lógica... e falando nessa tal de lógica ela se encaixa perfeitamente na tua ciência. escolhi o caminho em que a lógica não se faz necessária... ... e mais uma vez: que saudade!!! hoje dispenso assinatura. Sexta-feira, Fevereiro 11, 2005 Mais uma vez as letras me fazem rumar até você. Tento de todas as formas mudar este percurso, entretanto quando elas tocam o papel ganham vida própria e acabam falando por mim. Ora o que devem... ora o que devem... afinal não possuo o menor domínio sobre elas. Despudorada esta revelação. O que me resta? Seguir apenas a direção já estabelecida. Afirmo lasciva e deliciosamente que minhas letras são tuas.. e será que teus números são meus? Eu, Simplesmente Outono. Domingo, Janeiro 30, 2005 Outono: por favor não brinque comigo... Poeta: sou poeta... não brinco.. Outono: acredito. Poeta: prometo.. e adoro-te... Outono: será retribuído. não brinco. Poeta: quero-te... e não brinco.. Outono: senti tua falta. não brinco. Poeta: não te esqueci e recordei-te sempre. não brinco. Outono: estou começando a necessitar-te. não brinco. Poeta: quero o teu começo. não brinco Outono: quero o teu meio e o teu fim. não brinco. Poeta: quero ser o teu Outono. não brinco Outono: te quero. não brinco. Poeta: quero o teu colo. não brinco Outono: quero ser tua inspiração. não brinco. Poeta: quero ser a tua pena. não brinco Outono: quero entregar-me. não brinco. Poeta: quero tua entrega. não brinco.. Outono: quero ser o teu melhor. apenas quero. não brinco. Poeta: quero apenas.. assim...com encanto. não brinco Outono: sempre quis. não brinco. Poeta: quero poder querer-te. não brinco Outono: sentirei tua ausência. não brinco. Poeta: quero teu desejo em mim. não brinco Outono: encontro-me presa. não brinco. Poeta: prisioneiro de ti. quero ver-te.. quero sentir-te.. não brinco Outono: encantada pra sempre. não brinco. Poeta: quero que me leves a desejar-te.. Outono: tornou-se meu vicio. não brinco. Poeta: de todas as formas.. quero ser o teu vício. não brinco Outono: não quero deixar-te. não brinco. Poeta: quero tua sedução. não brinco Outono: teu jeito fascina. não brinco. Poeta: quero tua luxúria. não brinco Outono: tuas letras seduzem. não brinco. Poeta: tua alma inspira. não brinco Outono: quero teu cheiro. não brinco Poeta: quero teu corpo. não brinco.. Outono: quero ousar-te. não brinco Poeta: teu perfume....tua pele. quero teus beijos. não brinco Outono: quero possuir-te. não brinco Poeta: quero-te toda.. todinha não brinco Outono: quero rumar tua vida. não brinco. Poeta: quero rumar no teu olhar. não brinco.. Outono: quero o amor. não brinco. Poeta: quero o sexo. não brinco Outono: quero ser tua. não brinco. Poeta: quero ser teu. não brinco Outono: já sou tua. não brinco. Poeta: te guardo. não brinco Poeta: " Um homem só é verdadeiramente feliz....quando pertence a uma só mulher"... Vinícius de Morais.. Outono: e vice-versa. Michele. Poeta: vou sonhar-te. quero brincar contigo. não brinco Outono: vou pensar-te. não brinco. Poeta: quero meu orgasmo em ti. não brinco Outono: quero molhar-me do teu sexo. não brinco Poeta: quero cantar contigo. não brinco Outono: quero sorrir contigo. não brinco Poeta: quero lamber tua pele. não brinco Outono: quero ser tuas palavras. não brinco. Poeta: quero ser o teu grão de voz. não brinco Outono: quero teu gosto em mim. não brinco. Poeta: quero fechar os olhos e ver-te. não brinco Outono: quero onde for sentir-te. não brinco Poeta: quero sentir o teu corpo. não brinco Outono: quero ser teu pensamento. não brinco Outono: quero ser um só corpo. não brinco Poeta: quero dar-te a mão....sempre. não brinco Outono: quero erguer-te. não brinco Poeta: quero deitar-te no meu colo. não brinco.. Outono: quero oferecer-te o melhor. não brinco Poeta: como quero... quero muito... quero demasiadamente Outono: quero te dar alma nova. não brinco Outono: quero muito... quero querer-te. e como quero. não brinco.. Outono: guardei cada quero. não brinco Poeta: guardarei teu querer. não brinco Outono: guardarei nosso querer. não brinco Outono: um escrito está surgindo. não brinco Poeta: guarda e esconde na nossas mãos. não brinco Outono: esta magia é mágica. não brinco Outono: preciso adormecer e será nos teus braços. não brinco Poeta: adoro tua magia. quero que sejas a minha feiticeira. não brinco Poeta: precisamos adormecer, brincar, chorar e rir juntos sempre. e viver também a vida juntos. não brinco Outono: a partir de hoje juntos. não brinco. Poeta: a partir de hoje encanto.. doçura.. Outono.. mar.. rio Outono: nossas palavras se completam. não brinco. Poeta: quero ir no teu rio. não brinco Outono: não consigo parar. não brinco. Poeta: estou em êxtase. quero completar-me no teu corpo. não brinco Outono: quero ser descoberta. não brinco Outono: como parar? não brinco. Outono: belo texto criamos. e bela dupla seremos. não brinco Outono: estou... sou.. vou.. sinta-me.. sou tua... e sempre serei... Outono: sinta o nosso perfeito encaixe... assim como nossos corpos... nossas mãos... nossas línguas... nosso sexo... nossa boca.. nossas almas... Outono: já é tarde demais.. me entreguei de corpo e alma.. sou tua.. sinta meu gosto... meu toque... minha vontade por ti, de ti, pra ti e em ti... Poeta: quero sentir o teu sentir....descobrir tua libido.... quero sentir.....preciso....perfeito....será este encontro... Outono: minha pele... meu cheiro... meu sexo... minha sede e minha fome... minha alma... Poeta: quero que conheças minha sede....minha ânsia sem limite... Outono: entramos no mesmo ritmo sem procurar por isso Poeta: naturalmente.. Outono: o poeta está fugindo? Poeta: jamais.. Outono: então venha poeta.. me possua como antes nunca fui Poeta: adorei esta caminhada contigo a par e a passo.. Poeta: quero.. porém ainda não é hora Poeta: deixa-me penetrar-te.. Outono: durma com teu desejo e pense nesta estação... Poeta: meu desejo agora és tu.. Outono: beijos, desejos e folhas secas de um Outono... Domingo, Janeiro 16, 2005 Viver uma verdadeira experiência amorosa é um dos maiores prazeres da vida.
Texto extraído do último lançamento de Zíbia Gasparetto - Um amor de verdade. Este é o meu livro de cabeceira no momento. Realmente é uma bela pedida para quem aprecia este tipo de leitura. Preciso me abrigar por um tempo. Confesso que tenho sentido uma falta absurda em colocar minhas " ousadias " num papel mesmo sendo numa página em branco do word. Preciso desse recolhimento por ser de grande valia e necessidade para esta que vos escreve. Necessito assimilar algumas verdades que sou levada a dizer tem custado um preço digamos que considerável, entretanto " ousar " acabou se tornando completamente inviável. Quem sabe um dia eu não seja mais obrigada a me privar de pessoas que jamais deveriam ter saído da minha vida. Realmente ser especial ( como dizem alguns ) e verdadeira também tem o seu preço e infelizmente tenho pago exatamente o que está sendo me cobrado. Na verdade estou saindo de circulação, estou aceitando o que tem que ser. Sábado, Dezembro 25, 2004 Desejo que você ame e que amando também seja amado. E que se não for, seja breve em esquecer e que esquecendo não guarde mágoa. Desejo pois que não seja assim, porém se for saiba ser sem desesperar.
Domingo, Novembro 21, 2004 ( Norah Jones ) What am I to you Tell me darling true To me you are the sea Fast as you can be And deep the shade of blue When you're feeling low To whom else do you go See I cry if you hurt I'd give you my last shirt Because I love you so If my sky should fall Would you even call Opened up my heart I never want to part I'm giving you the ball When I look in your eyes I can feel the butterflies I love you when you're blue Tell me darlin true What am I to you Yah well if my sky should fall Would you even call Opened up my heart Never wanna part I'm givin you the ball When I look in your eyes I can feel the butterflies Could you find a love in me Could you carve me in a tree Don't fill my heart with lies I will you love when you're blue Tell me darlin true What am I to you Confesso que esta música me causa uma leveza extraordinária e por isso a escolhi dentre tantas que gosto. O mundo vai acabar e eu só quero dançar, apenas esta... " E se você fecha os olhos, a menina dança... " Poucas e por isso raras são as pessoas que causam a mesma sensação desta música. Eu conheci apenas uma. Sexta-feira, Outubro 22, 2004
Domingo, Setembro 19, 2004 Teu gosto ainda se faz presente... E que gosto!!! Quinta-feira, Agosto 26, 2004
Que não deveria se chamar amor De tão irreconhecível, tão desconhecido Que não deveria se chamar amor. Poderia se chamar NUVEM Pois muda de formato a cada instante Poderia se chamar TEMPO Porque parece um filme a que nunca assisti antes Poderia se chamar LABIRINTO Pois sinto que não conseguirei escapulir Poderia se chamar AURORA Porque vejo um novo dia que está por vir Poderia se chamar ABISMO Pois é certo que ele não tem fim Poderia se chamar HORIZONTE Que parece linha reta mas sei que não é assim Poderia se chamar PRIMEIRO BEIJO Porque não lembro mais do meu passado Poderia se chamar ÚLTIMO ADEUS Que meu antigo futuro foi abandonado Poderia se chamar UNIVERSO Porque sei que não o conhecerei por inteiro Poderia se chamar PALAVRA LOUCA Que na verdade quer dizer: aventureiro Poderia se chamar SILÊNCIO Porque minha dor é calada e meu desejo é mudo E poderia simplesmente não se chamar Para não significar nada e dar sentido a tudo Domingo, Julho 25, 2004 eu estava no lugar certo, na hora certa. Então pude relaxar. Quando me amei de verdade pude perceber que o sofrimento emocional é sinal que estou indo contra minha verdade. Quando me amei de verdade parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo que acontece contribui para o meu crescimento. Quando me amei de verdade comecei a perceber como é ofensivo forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado ¿ inclusive eu mesma. Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e qualquer coisa que me pusesse pra baixo. Minha razão chamou isso de egoísmo, mas eu hoje sei que é amor-próprio. Quando me amei de verdade deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom!! Quando me amei de verdade desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantêm no presente, que é onde a vida acontece. Quando me amei de verdade percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna grande e valiosa aliada! Sexta-feira, Junho 04, 2004
Algumas acham ruim, outras acham bom, mas eu adoro. Nasci mulher! Mulher corajosa, mulher determinada, mulher batalhadora, mulher apaixonada, Mulher assanhada, mulher sofredora, Mulher submissa, mulher escrava. Nasci mulher! Fui à luta e venci, conquistei meu espaço no mundo, trabalhando no banco, com táxi, como motorista de ônibus, servente, secretária, empresária. estilista e artista. Não importa, conquistei meu espaço. Nasci mulher! Quando chego em casa eu sou mulher, amante, amiga e a mãe mais querida. Lavo roupa, arrumo a casa, passo e cozinho, tudo com muito carinho. Nasci mulher! Chega o século XXI e com ele loucas maquinas,computadores, Internet, aviões e foguetes. Até Marte já conhecemos! Mas ainda lavo, passo, cozinho. Nasci mulher! Mas esperem! O século XXI é o século das mulheres. Por que? Não existe uma maquina tão poderosa como eu, mulher, que faço com amor e carinho, meninos e meninas. Que num momento mágico, de cor e desespero. saem de dentro de mim para a vida. e eu, por ser mulher, tenho um grande coração, a responsabilidade, a sabedoria. e a coragem de levar essa vida a se tornar o melhor ser humano de toda a Terra e conduzir a paz. Não importa se sou preta ou branca, clara ou morena bonita ou feia, gorda ou magra, alta ou baixa, rica ou pobre, se sou do norte ou do sul, do leste ou do oeste, o que importa é que sou feliz! Tive a boa sorte e nasci mulher. Quinta-feira, Maio 13, 2004
Nunca tive medo de arriscar mesmo sabendo por muitas vezes qual seria o final. Sempre ou digamos que na maioria das vezes imaginamos um final feliz. E confesso que raramente o final foi como queria ( feliz, é claro ). Quando isso acontece vou ao fundo do poço e permaneço lá quietinha, ninguém me vê ou sequer me ouve...sofro tudo o que me é permitido ou melhor sofro o que eu me permito sofrer.. só posso garantir que não é pouco. Acredito ser um defeito acreditar cegamente nas pessoas. Com o passar do tempo a máscara acaba caindo pois certamente não há a menor possibilidade das pessoas viverem a vida inteira portando um máscara. Daí lá está a Michele sofrendo mais uma vez. Estou com 26 anos, e viver sempre sofrendo confesso que já está me cansando seja por amigos, família ou amor. Gostaria de saber usar as pessoas como as pessoas docemente e sem o menor constrangimento ou cerimônia me usam , gostaria de saber tirar proveito das pessoas sem sequer me importar como se sentiriam depois.... Gostaria muito de ser fria como a maioria das pessoas são. Gostaria de não ter quer me importar com sentimentos.... agir por agir... por instinto até... porém esta certamente não seria eu... Penso mais na outra parte do que propriamente em mim, não consigo ver só o meu lado na história e com isso acabo esquecendo que tem que ver o outro lado é que está do outro lado. Cada um na verdade tem que ver o seu próprio lado. Nunca a Michele verá somente o seu próprio umbigo. Não sou de falar de mim nos posts, até porque pelo meu perfil acaba que não tenho muito o que falar, né? Só que hoje senti uma enorme necessidade, ela chega quase que a falar por mim... Meu irmão me presenteou semana passada com o novo álbum da Ana Carolina. Simplesmente sem palavras... cada música fala por si só... não tenho como dizer uma música somente.. todas sem distinção são sublimes. Ela sem dúvida alguma sabe falar de amor como ninguém... Tem uma que a letra diz perfeita e sabiamente o que estou passando neste exato momento. Se tiverem a oportunidade de ouvir, ouçam pois garanto que não se arrependeram. Colocarei abaixo a letra, gente é tudo de melhor que já ouvi. Beijinhos da guinha sumidinha. Michele. Se eu encontrar com você Tô com três pedras na mão Eu só queria distância da nossa distância Sair por aí procurando uma contramão Acabei chegando na sua rua Na dúvida qual era a sua janela Lembrei que era pra cada um ficar na sua Mais é que até a minha solidão tava na dela Atirei uma pedra na sua janela E logo correndo me arrependi Foi o medo de ti acertar Mais era pra ti acertar E disso eu quase me esqueci Atirei outra pedra na sua janela Uma que não fez o menor ruído Não quebrou, não rachou, não deu em nada E eu pensei talvez você tenha me esquecido Eu só não consegui Foi te acertar o coração Porque eu já era o alvo De tanto que eu tinha sofrido Aí nem precisava mais de pedra Minha raiva quase transpassa A espessura do seu vidro É mágoa... O que eu choro é água com sal Se der um vento é maremoto Se eu for embora não sou mais eu Água de torneira não volta E eu vou embora, Adeus!... Quarta-feira, Abril 21, 2004
Nossa dor não advém das coisas vividas, Mas de coisas que foram sonhadas E não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, Apenas agradecer por termos conhecido Uma pessoa tão bacana, Que gerou em nós um sentimento intenso E que nos fez companhia por um tempo razoável, Um tempo feliz. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos O que foi desfrutado e passamos a sofrer Pelas nossas projeções irrealizadas, Por todas as cidades que gostaríamos De ter conhecido ao lado do nosso amor E não conhecemos, Por todos os filhos que Gostaríamos de ter compartilhado, E não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, Pela eternidade. Sofremos não porque Nosso trabalho é desgastante e paga pouco, Mas por todas as horas livres Que deixamos de ter para ir ao cinema, Para conversar com um amigo, Para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe É impaciente conosco, Mas por todos os momentos em que Poderíamos estar confidenciando a ela Nossas mais profundas angústias Se ela estivesse interessada Em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, Mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, Mas porque o futuro está sendo Confiscado de nós, Impedindo assim que mil aventuras Nos aconteçam, Todas aquelas com as quais sonhamos e Nunca chegamos a experimentar. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!! A cada dia que vivo, Mais me convenço de que o Desperdício da vida Está no amor que não damos, Nas forças que não usamos, Na prudência egoísta que nada arrisca, E que, esquivando-se do sofrimento, Perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional. Domingo, Abril 04, 2004 Numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas - uma grande de quatrocentos réis e outra menor, de dois mil réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. Eu sei, respondeu o tolo - ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda. Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa. A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é. Dizendo em forma de pergunta: Quais eram os verdadeiros tolos nesta história? Outra conclusão: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda. Porém a conclusão mais interessante a meu ver é a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não tem uma boa opinião ao nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos. ![]() Aproveito para me desculpar perante todos os visistantes deste humilde mais sincero cantinho. Passei por mudanças em minha vida neste período em que estive afastada. Quero deixar bem claro que estou bem, aliás muuuuuuito bem. Julgo que mudanças se tornam necessárias para amadurecermos e para termos progresso. Aos que se preocuparam de fato quero tranquilizá-los que estou feliz e que nada e ninguém mudará o meu jeito. Nunca tive medo de arriscar e muito menos de deixar coisas que um dia foram importantes para trás. Gosto do que é novo e quando o que era necessário deixa de ser não penso duas vezes em chutar o balde. Chuto mesmo e para bem longe. Farei daqui um tempinho uma viagem para visitar minha família no sul do país, mais precisamente em Porto Alegre pois afinal tem 9 anos que não os vejo por falta de tempo. Acredito acima de tudo em Deus e sei que ele jamais desampara um filho e por este motivo deixo em suas Preciosas Mãos o que me fizeram. Nada fará com que eu mude o meu jeito... a minha essência. Até tentaram mais digo veementemente que não conseguiram. Encerro meu retorno a este mundinho virtual deixando a seguinte certeza: "Deus o que eu tenho e causa inveja aos fracos foste tu que me deste e só tu poderás me tirar". Deixo aqui um abraço bem apertado de quem está cheia de saudades. Da sempre guinha ( apesar de sumir às vezes ) Mi. Quinta-feira, Março 18, 2004 Não importa onde você parou ou em que momento da vida você cansou. Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo. É renovar as esperanças. E eu pergunto: sofreu muito nesse período? Foi a dor do aprendizado... Chorou muito? Foi a limpeza da alma... Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las... Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora... Pois é... agora é hora de reiniciar, de encontrar prazer nas coisas simples... Um corte de cabelo, um novo curso ou aquele velho desejo de aprender a pintar,desenhar, dominar o computador. Olha quantos desafios, quantas coisas novas te esperando! Está se sentindo sozinho? Besteira, tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento". Tem tanta gente esperando apenas um sorriso para chegar perto de você. Recomeçar!! Hoje é um bom dia para começar novos desafios. Onde você quer chegar? Sonhe alto! Queira o melhor do melhor! Pensando assim, trazemos aquele que desejamos. Se pensarmos pequeno, coisas pequenas teremos. Tire o dia para uma faxina mental! Jogue fora tudo que te prende ao passado: fotos, roupas, papel de bala, ingressos de cinema, bilhetes de viagens e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados. Esvazie seu coração! Fique pronto para a vida, para um novo amor. Lembre-se: somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes. Afinal de contas, nós somos o amor. "Sou do tamanho daquilo que vejo e não do tamanho da minha altura." Segunda-feira, Março 15, 2004 O amor e a saudade Não há regras... Não há controle... Apenas acontece!! Você não consegue resistir Por mais que tente fugir Ele chega pra você... Este amor que lhe tem de ser!! Não há distância que impeça... Não há ausência que afaste... Apenas acontece!! Você não consegue deixar de sentir Por mais que tente impedir Ela fica em você... Esta saudade que lhe faz sofrer!! E assim... O amor e a saudade Vão caminhando Crescendo...se avolumando Juntamente com a esperança... Esta esperança que faz acreditar Na realização desse amor Um amor que parece Impossível de acontecer... Mas se lhe está destinado No momento certo você vai viver! E a saudade?? Já não vai mais existir Já não vai mais fazer sofrer Enfim serei sua, E você será meu!!
Sexta-feira, Março 12, 2004 Do teu sensato interior,
Quinta-feira, Março 11, 2004 João era o tipo do cara que você gostaria de conhecer. Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer. Quando alguém lhe perguntava como ele estava, a resposta seria algo: - Se melhorar estraga. Ele era um gerente especial pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato. Se um colaborador estava tendo um dia ruim, João estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação. Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei: - Você não pode ser uma pessoa tão positiva todo o tempo. Como você faz isso? Ele me respondeu: - A cada manhã ao acordar digo para mim mesmo, João, você tem duas escolhas hoje. Pode ficar de bom humor ou de mau humor. Eu escolho ficar de bom humor. Cada vez que algo de ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo. Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida. - certo, mas não é fácil, argumentei: - É fácil, disse-me João. A vida é feita de escolhas. Quando você examina a fundo, toda a situação sempre há uma escolha. Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver a sua vida. Eu pensei sobre o que João disse, e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha. Anos mais tarde soube que João cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta. Pela manhã foi rendido por assaltantes. Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo de nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele. Por sorte ele foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas pelo corpo. Encontrei João mais ou menos por acaso. Quando lhe perguntei como estava, respondeu: - Se melhorar estraga. Contou-me o que havia acontecido perguntando: - Quer ver minhas cicatrizes? Recusei ver seus antigos ferimentos mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto. - A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu. Então deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas: poderia viver ou morrer. Escolhi viver. - Você não estava com medo? perguntei. - Os paramédicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia: "esse aí já era". Decidi então que tinha que fazer algo. - O que você fez? perguntei: - Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Me perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi: "sim". Todos pararam para ouvir minha resposta: Tomei fôlego e gritei: "- sou alérgico a balas"! Entre risadas lhes disse: - "- Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não morto". - João sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também graças a sua atitude. Aprendi que todo dia temos a opção de viver plenamente. - Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO". Quarta-feira, Março 10, 2004 Terça-feira, Março 09, 2004 Era uma vez um anjinho, muito distraído, chamado Amorel ele recebeu uma incumbência de Deus: "Amorel, acabo de inventar os humanos, eles estão classificados como homem e mulher. Cada um tem seu par e já estão todos alinhados de par em par. Pegue esta bandeja de humanos e leve para que eles habitem a Terra". Amorel, ficou contente, pois há muito tempo o Senhor não o chamava para tão nobre trabalho. O anjinho pegou a bandeja e ao virar uma esquina lá no céu, trombou com uma anjinha chamada Amanda. A bandeja voou longe, e todos os casais de humanos se misturaram. Amorel e Amanda ficaram desesperados e foram contar para Deus o ocorrido. O Senhor falou: Vocês derrubaram, vocês juntarão! Porém, parece que Deus se esqueceu que os anjinhos eram distraídos. E é por isso que a cada dia os casais se juntam e se separam. Os dois anjinhos, trabalham incessantemente para que os casais originais se encontrem. O trabalho é muito difícil, tanto é que por muitas vezes eles juntam casais errados, pois os humanos espalhados ficam inquietos e cobram o serviço dos anjinhos o tempo todo. Quando os humanos se mostram muito desesperados, os anjinhos unem dois desesperados, mas logo depois percebem o engano e os separaram. E, por muitas vezes, está separação é brusca, pois não se tem tempo a perder. Recebi um bilhete dos dois anjinhos e vou mandar pra você agora: "Se você é um humano, queremos pedir desculpas pela nossa distração, pois errar não é só humano! Estamos trabalhando com empenho, porém, sempre contando com a ajuda de vocês. Não se desesperem mas também, não se isolem, tentem se mostrar realmente, quem é cada um de vocês, pois a medida que cada um mostrar o que é de verdade, vai tornar o nosso trabalho mais fácil. Aproveitamos a oportunidade, para nos desculpar pelas separações abruptas, sabemos que elas geram muito transtorno, mas se nós o separamos de alguém, é por que em algum canto vimos alguém bem mais parecido e por isso precisamos isolá-los para facilitar o encontro. Segunda-feira, Março 08, 2004 A mulher é o único ser da criação que abriga dentro de si, um templo. Só ela sabe ser Deusa e ser Santa, ser Rainha e ser Mulher, Ser forte quando precisa, e ser frágil quando quer. Mulher que gera vidas, e cria a humanidade. Que sabe ser estrela, e sabe ser saudade. Só ela sabe ser mulher e ser menina, ser sedutora e ser seduzida. Ela é Luz quando brilha, é paz quando acalma e tranqüiliza. Ela é música quando é alegria, é ritmo vibrante quando improvisa. Ela é tempestade quando chora, ou um Vulcão quando Ama. Ela sofre discriminação, é incompreendida,mas sabe superar. Sofre preconceitos, tem lá os seus defeitos,mas sabe perdoar. É mulher e é amante, é companheira e é guerreira, Ela pode até perder a luta, mas nunca perde os seus ideais... Ela pode até perder os seus amores, mas nunca desiste de sonhar. É feminina, sensível, amável, sem perder a força. Ela é ternura quando envolve, é segredo quando encanta. Assim como a lua, ela tem as suas fases, todas imprevisíveis, todas incomunicáveis. A mulher é o maior de todos os mistérios, que alguns ainda não conseguiram desvendar. Ps.: Que todos os dias são nossos... alguém duvida? Quinta-feira, Março 04, 2004 A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iriam passar a noite comigo. A porta se fechou como uma despedida para a rua, mas aporta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre se fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim. Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar um ovo. A gordura espirra ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha. Busquei no silêncio da copa algum inseto mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisa ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto diria que eu estava ficando doido. Eu sorriria. Mas não havia ninguém. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém para me ver. Ninguém para me ouvir. Não havia ninguém. Eu podia até morrer. De manhã o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois uma conhecida me perguntou se estava tudo azul e eu sorri e disse que sim, estava, tudo azul. Terça-feira, Março 02, 2004 É, Só eu sei Quanto amor Eu guardei Sem saber Que era só Pra você. É, só tinha de ser com você, Havia de ser pra você, Senão era mais uma dor, Senão não seria o amor, Aquele que o mundo não vê, O amor que chegou para dar O que ninguém deu pra você. O amor que chegou para dar O que ninguém deu pra você. É, você que é feito de azul, Me deixa morar nesse azul, Me deixa encontrar minha paz, Você que é bonito demais, Se ao menos pudesse saber Que eu sempre fui só de você, Você sempre foi só de mim. Eu sempre fui só de você, Você sempre foi só de mim. Segunda-feira, Março 01, 2004 É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho é um caco de vidro, é a vida, é o sol é a noite, é a morte, é um laço, é o anzol é peroba do campo, é o nó da madeira caingá, candeia, é o Matita Pereira É madeira de vento, tombo da ribanceira é o mistério profundo é o queira ou não queira é o vento ventando, é o fim da ladeira é a viga, é o vão, festa da cumeeira é a chuva chovendo, é conversa ribeira das águas de março, é o fim da canseira é o pé, é o chão, é a marcha estradeira passarinho na mão, pedra de atiradeira Uma ave no céu, uma ave no chão é um regato, é uma fonte é um pedaço de pão é o fundo do poço, é o fim do caminho no rosto o desgosto, é um pouco sozinho É um estrepe, é um prego é uma ponta, é um ponto é um pingo pingando é uma conta, é um conto é um peixe, é um gesto é uma prata brilhando é a luz da manhã, é o tijolo chegando é a lenha, é o dia, é o fim da picada é a garrafa de cana, o estilhaço na estrada é o projeto da casa, é o corpo na cama é o carro enguiçado, é a lama, é a lama é um passo, é uma ponte é um sapo, é uma rã é um resto de mato, na luz da manhã são as águas de março fechando o verão é a promessa de vida no teu coração É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho é uma cobra, é um pau, é João, é José é um espinho na mão, é um corte no pé são as águas de março fechando o verão é a promessa de vida no teu coração É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho é um passo, é uma ponte é um sapo, é uma rã é um belo horizonte, é uma febre terçã são as águas de março fechando o verão é a promessa de vida no teu coração É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho Pau, pedra, fim do caminho resto de toco, pouco sozinho Pau, pedra, fim do caminho, resto de toco, pouco sozinho. Sexta-feira, Fevereiro 20, 2004 ![]() Quinta-feira, Fevereiro 19, 2004 ![]() Pensando em Você Eu Estou pensando em você Pensando em nunca mais Pensar em te esquecer Pois quando penso em você É quando não me sinto só Com minhas letras e canções Com o perfume das manhãs Com a chuva dos verões Com o desenho das maçãs Com você me sinto bem Eu estou pensando em você Pensando em nunca mais Te esquecer Paulinho Moska. Quarta-feira, Fevereiro 18, 2004 ![]() Não me perca de vista, Não deixe que eu desapareça de sua vida, Antes de precisar de mim... Não deixe que eu vá embora, Sem antes saber quem sou, E quais os meus sonhos, Talvez sejam os mesmos sonhos seus, Quem sabe... ? Não me perca de vista nunca, Mesmo que não esteja interessado agora, Pode ser que um dia, Tenha saudades de mim, Não me deixe seguir sozinha esta estrada, Sem antes saber se gostaria de ir também, Sem antes descobrir que é exatamente O caminho que sempre procurou... Não me perca, Talvez só eu possa ser pra você, A esperada chegada, O tão sonhado caso de amor, A linda e infinita história E a realidade mais sublime de se viver... Mas não me perca, Deixe-me ficar e esperar por você, Esperar que você me chame, Que você precise de minha companhia Que você tenha por mim todo seu carinho, Que você de repente descubra Que está me amando... E agradeça a Deus por ter Permitido que meu coração Tenha ficado sempre ao seu lado, Te esperando... E por tudo isso ... Mais uma vez eu te digo: NÃO ME PERCA ..." NUNCA " Vilma Galvão. Segunda-feira, Fevereiro 16, 2004 ![]() Eu podia ficar acordada Só para ouvir você respirando Observar seu sorriso Enquanto você está dormindo Enquanto você está distante e sonhando. Eu podia passar a minha vida Nesta doce renúncia. Eu podia ficar perdida Neste momento eternamente. Cada momento gasto com você É um momento que prezo muito. Deitada perto de você Sentindo o seu coração batendo E estou querendo saber O que está sonhando Querendo saber se sou eu ou com quem Você está se encontrando... Então eu beijo os seus olhos E agradeço a Deus que estamos juntos. Eu só quero ficar com você Neste momento eternamente, Eternamente... Não quero fechar meus olhos, Não quero adormecer, Pois eu perderia você, E eu não quero perder nenhum momento. Quinta-feira, Fevereiro 12, 2004 Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Júlia, sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar. Mariana não podia porque ia sair com sua mãe naquela manhã. Júlia, então, pediu à coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio. Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial. Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. Chorando e muito nervosa. Mariana desabafou: "Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão." Totalmente descontrolada,Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mamãe, com muito carinho, ponderou: - Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu sapatinho novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em seu sapato? Ao chegar à sua casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra do que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. - Pois é, minha filha! Com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo. Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu ir para a sala ver televisão. Logo depois alguém tocou a campainha Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando: - Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa. Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou. E, tomando a sua coleguinha pela mão, levou-a para o quarto para contar a história do sapato novo que havia sujado de barro. Segure seus ímpetos, deixe o barro secar para depois limpá-lo. Assim você não correrá o risco de cometer uma injustiça. Terça-feira, Fevereiro 10, 2004 Gostava de ir fundo De não prometer nada E se arrepender nunca E ria do amor que eu dava Pensava saber muito Que não ia sofrer jamais Depois que perdeu tudo Me viu a olhar pra traz O Tempo apagou a sua estrada Você não achou nada pra perder Fui eu o tempo todo sem você Se você quiser ser mais feliz Preste atenção no que faz Preste atenção no que diz Quero te dizer seja feliz Preste atenção no que faz Preste atenção no que diz. Segunda-feira, Fevereiro 09, 2004 ![]() Sexta-feira, Fevereiro 06, 2004 ![]() Eu aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém. Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim, e ter paciência para que a vida faça o resto; que não importa o quanto certas coisas são importantes para mim pois tem gente que não dá a mínima, e jamais conseguirei convencê-las; que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Eu aprendi que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso preciso saber do que estou falando; que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida; que por mais que você corte o pão em fatias, este pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo que cortamos de nosso caminho. Eu aprendi que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência; que posso ir além dos limites que eu próprio me coloquei; que eu preciso escolher entre controlar meus pensamentos, ou ser controlado por eles. Eu aprendi que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independente do medo que sentem; que perdoar exige muita prática; que há muita gente que gosta de mim, mais não consegue expressar isso. Eu aprendi que, nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que ia tentar piorar minha vida; que eu posso ficar furioso, tenho o direito de irritar, mas não tenho o direito de ser cruel; que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis. Será uma tragédia para o mundo se eu consigo convencê-la disso. Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e eu tenho que me acostumar com isso; que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro; que não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso. Eu aprendi que às vezes as circunstâncias da minha infância pode ser responsável pelo o que sou ou pelo o que eu venha ser, mas não pelas escolhas que farei quando adulto; que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver; que quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiam. E quando duas pessoas não discutem não significa que elas se gostam. Eu aprendi que por mais que eu queira proteger meus amigos eles vão se machucar, e eu também serei machucado e isso faz parte da vida; que minha existência pode mudar. Eu aprendi que a palavra amor perde o seu sentido quando usada sem critério; que certas pessoas vão embora de qualquer maneira; que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas que eu acredito... Quinta-feira, Fevereiro 05, 2004 ![]() 1. Nunca deixe passar a oportunidade de sair para um passeio. 2. Experimente a sensação do ar fresco e do vento na sua face por puro prazer. 3. Quando alguém que você ama se aproxima, corra para saudá-lo ( a ). 4. Quando houver necessidade, pratique a obediência. 5. Deixe os outros saberem quando invadiram o seu território. 6. Sempre que puder tire uma soneca e se espreguice antes de se levantar. 7. Corra, pule e brinque diariamente. 8. Coma com gosto e entusiasmo, mas pare quando estiver satisfeito. 9. Seja sempre leal. 10. Nunca pretenda ser algo que você não é. 11. Se o que você deseja está enterrado, cave até encontrar. 12. Quando alguém estiver passando por um mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e, gentilmente, tente agradá-lo. 13. Quando chamar a atenção, deixe alguém tocá-lo. 14. Evite morder quando apenas rosnando resolve. 15. Nos dias mornos, deite-se de costas sobre a grama. 16. Nos dias quentes, beba muita água e descanse embaixo de uma árvore frondosa. 17. Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo. 18. Não importa quantas vezes for censurado, não assuma a culpa que não tiver e não fique amuado... corra imediatamente de volta para seus amigos. 19. Alegre-se com o simples prazer de uma caminhada. 20. Quando alguém de que você tanto gosta chegar, faça festa, mostrando o quanto ela é importante pra você. Quarta-feira, Fevereiro 04, 2004 ![]() - Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor, solicito permissão para ir buscá-lo, disse um soldado ao seu tenente. - Permissão negada, replicou o oficial. Não quero que arrisque sua vida por um homem que provavelmente está morto. O soldado, ignorando a proibição, saiu, e uma hora mais tarde regressou, mortalmente ferido, transportando o cadáver de seu amigo. O oficial estava furioso: - Já tinha dito que ele estava morto!!! Agora eu perdi dois homens! Diga-me: Valeu a pena trazer um cadáver? - E o soldado, moribundo, respondeu: - Claro que sim, senhor! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e pôde me dizer: " Tinha certeza de que você viria ".... Terça-feira, Fevereiro 03, 2004 ![]() Em certo lugar, numa data imprecisa existia um cego. Embora sofrendo com sua cegueira, procurava ser útil a sua comunidade. E fazia o que todo cego faz para se orientar-se. Em suas caminhadas, levava em conta edifícios, o número de degraus, as árvores. O tato era sua visão. Um dia derrubaram uma casa e fecharam a rua. Nosso cego ficou desorientado. Perdeu-se e foi andando as tontas. Nem dado momento, aproximou-se de uma ponte. Um passo falso... e poderia despencar-se nas águas tranqüilas, porém profundas. Nesse instante, uma caridosa mão acolhe-o. Tratava-se de uma garota. Ela perguntou para onde o cego pretendia ir e acompanhou-o até o local. Naturalmente, o cego desfez-se de mil agradecimentos, educadamente recusados pela garota. Sim, era ela quem devia agradecer. E diante da perplexidade do cego, contou sua história. Desiludida, decidira acabar com sua vida, pretendia jogar-se do alto da ponte. E foi quando o cego surgiu. Ela instantaneamente sentiu vontade de ajudá-lo. Era a hora do seu renascimento. Ela decidiu viver. Ao estender sua mão a alguém, aquela jovem encontrou a solução para si mesma. E decidiu que continuaria lutando. Situações difíceis roubam-nos tantas vezes a alegria. E a gente se fecha, isola-se, concluindo que nada dá certo, que não vale a pena viver. Quando nos damos conta de que há pessoas que sofrem, e sofre, mais do que nós, nossos problemas ficam menores e encontramos força para a superação. Estender a mão ao próximo é resolver nossos problemas. Segunda-feira, Fevereiro 02, 2004 ![]() Esta e a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu depois de muito anos de preparação, escalar o Aconcagua. Mas ele queria a glória somente para ele, e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada desta dificuldade. Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, porém ele não havia se preparado para acampar, resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo. Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo a frente do nariz, não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua, e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo por uma parede a apenas 100m do topo ele escorregou e caiu... caía a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na mesma escuridão, e sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade. Ele continuava caindo... e nesses angustiantes momentos, passavam por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele já havia vivido em sua vida... De repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade... Schak. Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura. Nesses momentos de silêncio, suspenso pelos ares na completa escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar: Óhhhhhhh! Meu Deus me ajude!!!!!.... De repente uma voz grave e profunda vinda do céu respondeu: - O que você quer de mim meu filho? - O alpinista respondeu: - Me salve, Meu Deus, por favor! - E Deus lhe disse: - Você realmente acredita que eu possa te salvar? - E o alpinista tornou a responder: - Eu tenho certeza Meu Deus. - Então, Deus lhe ordenou: - Então corte a corda que o mantém pendurado... Houve um momento de silêncio e reflexão... O homem se agarrou mais ainda a corda e refletiu que se fizesse isso morreria... Conta o pessoal de resgate que no outro dia encontrou um alpinista congelado... morto... agarrado com força... com as duas mãos a uma corda a tão somente dois metros do chão. Sexta-feira, Janeiro 30, 2004 ![]() Certo dia, um fazendeiro, caçando nas montanhas, achou um ninho de águias com filhotes. Pegou um e trouxe à sua fazenda criando-o no galinheiro. Em visita à fazenda, um amigo se comoveu ao ver uma águia naquele estado, comendo, andando e dormindo como galinha. Argumentou que era uma violência contra a natureza deixar uma águia daquela passar tamanha humilhação. O dono da fazenda, dando sonora gargalhada, retrucou: - " Pensa como galinha, age como galinha, é galinha ". O amigo, inconformado, levou a ave às montanhas e no ponto mais alto bradou: - " Águia, aqui não é teu lugar, a ti são reservados os vôos mais altos, o céu mais azul, o lugar dos vencedores ", e atirou a águia para o alto. O pássaro ensaiou bater as asas, titubeou e logo caiu. O fazendeiro, não perdoou: - " Age como galinha, é galinha! ". O amigo, treinador persistente, insistiu mais uma vez: - " Águia, tu és a ave mais forte, o céu é teu limite. És uma criação maravilhosa de Deus, ocupe o teu lugar no Universo. Voe águia... Voe... voe e vença. Você pode, você veio para vencer ". E jogou ainda mais alto o pássaro que ganhou a vastidão do espaço. Aí, cheio de orgulho, contemplando o vôo majestoso da águia, o amigo setenciou: - " Pensa e age como galinha, é galinha. Pensa e age como águia, é águia ". Quinta-feira, Janeiro 29, 2004 ![]() O garoto estava preso entre as engrenagens da ponte levadiça e um transatlântico carregando centenas de passageiros estava se aproximando rapidamente. O pai do menino, o operador da ponte, não tinha se dado conta do desaparecimento de seu filho até este momento. Em pânico saiu à procura de seu filho somente o achando inconsciente entre duas alavancas que levantavam a ponte para dar passagens aos navios. Ele caiu enquanto brincava. O pai agora estava com medo diante das alternativas que tinha a sua frente. O transatlântico que não parava de se aproximar com centenas de vidas a bordo, com o choque iria matar a todos se a ponte não fosse elevada; e seu filho caído na caixa de engrenagem, seria instantaneamente esmagado se o botão que aciona a ponte fosse ligado. Com toda sua força ele tentou baixar o braço para retirar a criança rapidamente dali para um lugar seguro. O tempo estava se esgotando. Ele simplesmente não conseguia alcançar o garoto. Lágrimas desciam interminantemente do rosto do homem juntamente com o pressentimento de que ninguém iria socorrê-los e a mágoa o tomava por completo. Ele fez a última tentativa. Mas de nada adiantou. A única coisa que o pai ouvia eram as vozes e as altas gargalhadas das pessoas que se divertiam no transatlântico que se aproximava cada vez mais. A aterrorizante decisão tem de ser tomada imediatamente. Irá seu amado filho viver? Ou irão aqueles farristas desconhecidos viver? Com apenas segundos para a decisão final ele sabe que seja qual for, terá de viver com isto o resto de sua vida. Lágrimas de lamento transbordaram nos olhos deste pai que agora via todos aquelas pessoas desconhecidas passarem debaixo dele. Elas estavam rindo como se nada tivesse acontecido, completamente sem saber que o solitário homem acima delas tinha poupado suas vidas pelo sacrifício da vida de seu próprio filho. Elas nunca se deram conta do amor que lhes foi mostrado naquele dia. Quarta-feira, Janeiro 28, 2004 ![]() Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Terça-feira, Janeiro 27, 2004 Esta história é sobre um soldado que finalmente estava voltando para casa depois de ter lutado no Vietnã. Ele ligou para seus pais em São Francisco:
Segunda-feira, Janeiro 26, 2004 ![]() A Raposa e o Lenhador Existiu um lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Sexta-feira, Janeiro 23, 2004 ![]() Quinta-feira, Janeiro 22, 2004 ![]() Michele às 4:48 PM
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