SIMPLESMENTE MICHELE

Uma mulher de 31!.
Pisciana.
Ascendente em Câncer.
Carioca, sim!
Com sangue gaúcho e baiano.
Solteira. E podia ter casado.
Não o amava, não casei.
Casar gostando é nada.
Quero: lar, filhos e "A PESSOA".
Trabalhei em hospital.
Trabalhei em televisão.
Trabalhei em shopping.
E já fiquei sem trabalho.
O simples me fascina.
Sinto falta de alguém.
Tenho poucos amigos,
porém absurdamente amigos.
Conheci pessoas únicas.
Agradeço por isso.
Nunca aprendi a bendita Matemática.
Sou amiga pra cara...(piiii)... E piso na bola às vezes.
Errei. E quero errar até acertar.
Faço amigos quando quero.
Aprendi a ser deliciosamente insuportável.
Choro ao telefone.
Choro em frente à tv.
Choro até quando não quero.
Adoro comida chinesa.
Detesto a japonesa.
Adoro surpreender.
Detesto perder quem amo.
Adoro música.
Detesto cinema.
Adoro as letras.
E suporto os números.
Adoro Cocker Spaniel.
Detesto gato.
Amo Mc Donalds.
Quero ver a cura da Aids e do Câncer.
Dos males de Alzheimer e de Parkinson.
Tenho bronquite.
Tenho enxaqueca.
Tenho TPM.
Acho que chega!?!?
Tenho medo de barata, de formiga e de ficar sozinha.
Fui útil.
Minha alma agradece.
Fui fútil. E me arrependi.
Gosto de Prosecco.
E vinho branco seco.
O tinto definitivamente não desce.
Me permito ficar sozinha.
Nunca fumei maconha.
Jamais usei cocaína.
Curto novela.
Sou louca por sapatos, bolsas e jeans.
Adoro fazer as unhas.
E comprar shampoo.
Nunca fui ao Redentor.
Me senti amada no Pão de Açúcar.
Abri mão. Ele casou. É feliz.
Beijar por beijar já aconteceu.
Brigo com minha mãe.
E não saberia viver sem ela.
Meu irmão agora casado...
Desejo que seja o homem mais feliz do mundo.
Meu pai a esta altura já não muda mais.
Preciso aceitar, só me restou isso.
Romântica e sonhadora ao extremo.
Isso me faz sofrer. E nem assim quero mudar.
Acredito em alma gêmea.
Não aparento a idade que tenho.
Sou incentivada a seguir pelas letras.
Seria ousar demais.
Não suporto ser julgada.
Minhas entrelinhas dizem mais que as próprias linhas.
Não quero morrer sozinha.
Sou uma bebêzona apesar dos 31.
Tento ser feliz.
Adoro falar de mim.
Gosto do "TUDO" onde de repente ele vira "NADA".
Quero um homem para amar por toda vida.
Sei ouvir. E sei mesmo.
Quando preciso de alguém. Cadê?
Sou grossa. Quem não é?
Quando erro abaixo à cabeça.
Sem pensar nenhuma vez.
Sou organizada demais.
Tenho pudores demais.
E isso me irrita profundamente.
Amo pessoas e animais.
Cheiro de chuva mexe comigo.
Cheiro de terra molhada...
E de grama sendo cortada também.
Adoro Charge...
a "nossa" Lagoa...
o cheiro, a pele, o toque...
Guardei "nossos" momentos...
e tudo que vivemos de forma involuntária...
Foi EXTREMAMENTE verdadeiro.
Guardo cada gesto, cada detalhe com extrema perfeição.
Êpa, isso era segredo!!!
Fico feliz com o mínimo mesmo parecendo ridículo.
Descobri cabelo branco e arranquei.
Música é minha vida.
Alguém me fascina além da música.
Falo palavrão e sei manter a classe.
Já dancei quadrilha.
Amo ser eu mesma.
Fiz natação. Nada de medalhas.
Já lutei pela vida e a consegui de volta. Agradecerei sempre.
Nunca curti Carnaval.
Sou caseira demais.
Vício? Coca-Cola.
Quis ser astronauta para ver a Terra sem estar nela. Desisti.
Usei cabelo curtíssimo.
ELES achavam o máximo.
Hoje já estão longos.
Comecei Direito. Fiz errado.
Quis Medicina, Comunicação Social.
Decidi: BIOLOGIA! Minha paixão!
Torço pelo Grêmio.
E agora pelo Botafogo.
Ficar sozinha revigora. Acredite.
Não tolero gente “Narcisista”.
O gato come minha língua em determinadas situações.
Meu olhar fala por mim. É involuntário.
Prezo demais quando isso acontece.
Há dias em que o tudo não me basta.
Em outros o nada me faz feliz.
Assumo meus erros e tudo que faço independente do que seja.
Danço em frente ao espelho.
Quero o melhor das pessoas.
E o pior também, pois faz parte do pacote.
Não sei fazer propaganda de mim.
Sou assim e tem quem goste!
Meu primeiro beijo? Achei horrível.
Não admito mentiras e pessoas vulgares.
Ousar tem limites que devem ser seguidos pelos que possuem bom senso.
Pessoas volúveis, NÃO FAÇO QUESTÃO!
Personalidade não me falta!
Não sou de seguir regras.
Exceto quando for indispensável.
Leio sempre.
Perguntam se sou oriental juro que NÃO e ninguém acredita.
Curto o silêncio.
Gosto de praia.
O mar? Causa medo.
Odeio sentir medo, medo de qualquer tipo.
Piscina? Flutuo sobre as águas.
Não dispenso uma saia.
Não beijo por beijar.
Futilidade não faz parte de mim.
Gosto de proteger e ser protegida.
Defendo quem amo sem medir conseqüências.
Amo o que faço.
Mais um vício: descobrir em mim coisas novas!
Odeio cerveja.
Odeio ursos ou qualquer ser de pelúcia.
Apenas um A-M-E-I ganhar! E foi só este!
Adoro que mexam na minha cabeça.
Ai ai... o sono chega rapidinho.
Fico carente de vez em quando e assumo.
Gosto de café. Sem leite!
Amo o verão e o "Meu Outono".
O que gosto fisicamente em mim? Meus seios.
Amo loucamente minha família.
Me apaixonei inúmeras vezes.
E fui apaixonante para alguém.
Se fui amada? Hoje vejo que fui.
E pretendo ser ainda mais.
Sofri. Quem não sofre?
Quando sofro não é pela metade.
Já sofreram por mim.
Não sou mais ou menos.
Não fico em cima do muro.
Não sei ser 1/2 Michele.
Sou intensa. Virtude ou defeito?
Me conheça e depois responda!
Sou louca pelo meu irmão.
Ele nem se dá conta disso.
Amo dormir numa cama bem grande.
De preferência a minha.
Acredito em Deus...
E leio Zíbia.
Sou contra tatuagens pelo menos em mim.
Curto ser simples.
Me concedo ser chique, às vezes, quase nunca.
Não admito que me escondam nada por pior que seja.
Gente mesquinha, estúpida e arrogante nem merecem ser citadas.
Curiosa dentro da normalidade.
E amiga independente do sexo.
Conservo meus amigos homens. AmigAs também tenho.
A melhor delas?
Minha mãezinha, é claro!
Um dia direi ao meu pai o quanto o amo apesar de tudo.
Não tenho pavio curto porque nem pavio tenho.
Se me prometerem algo: CUMPRAM!!!
Quando estou na TPM saiam de perto.
Jeans SEMPRE!
Raramente esqueço uma data importante.
Canto embaixo do chuveiro.
Adoro leite com chocolate. Gelado.
Nunca leite puro. Odeio o gosto.
O que ouço? De tudo um pouco...
MPB é o meu preferido sem dúvida.
Quando me estresso todos percebem.
Perfil extenso sou levada a confessar, entretanto a Michele ainda não se mostra inteira nestas linhas.
Acredito que se muitos não gostam de mim como imaginava os poucos que não me restam dúvidas o fazem sinceramente.



SIGNO




ATUAL ESTADO DE ESPÍRITO

SAUDOSA QUE SÓ!



E AS HORAS PASSAM...




ESTAÇÕES INDISPENSÁVEIS...

AMENIDADES
FORMATO HIBRIDO
PENSAMENTOS
A VIDA DA ATRIZ
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TERAPIA DA CANETA
PROJETO RELEITURAS



VISITANTES




MAIS UM POUCO DE MIM...

Felicidade = Realidade – Expectativas. (Jornal Washington Post.)

Felicidade é o desejo pela repetição. (Milan Kundera. Tcheco e escritor.)

Não faça sua felicidade depender do que não depende de você. (Huberto Rohden. Brasileiro, escritor e filósofo.)

Sinto-me muito melhor agora que eu desisti de esperar. (Ashleigh Brilliant. Inglês, escritor e cartunista.)

Os grandes momentos da vida vêm por si mesmo. Não tem sentido esperá-los. (Thornton Wilder. Americano, romancista e dramaturgo.)

É sempre melhor ser otimista do que ser pessimista. Até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos. (Armando Nogueira. Brasileiro, jornalista e cronista.)

Eu sou um otimista. Não me parece muito útil ser outra coisa. (Winston Churchill. Estadista, prêmio Nobel de Literatura.)

Realidade é apenas uma ilusão, ainda que muito persistente. (Albert Einstein. Alemão, físico e autor da Teoria da Relatividade.)

Coisas impossíveis, é melhor esquecê-las do que desejá-las. (Luis de Camões. Português, poeta e autor de Os Lusíadas.)

Para lembrar é preciso esquecer. (Maurice Blanchot – Romancista.)

Trilhe seus próprios caminhos e deixe eu para mim. (Francisco Petrarca – Poeta.)

Muitas pessoas confundem memória fraca com consciência limpa. (Doug Larson. Americao, cartunista.)


Teoria é bom, mas não impede as coisas de acontecerem. (Jean Martin Charcot. Francês, neurologista.)


A melhor maneira de sair é sempre sair completamente. (Robert Frost. Americano, poeta.)

Se não fosse para cometer erros, eu não tomaria decisões. (Robert Wood Johnson. Americano, empresário.)

Se você construiu castelos no ar, não tenha vergonha deles. Estão onde devem estar. Agora dê-lhes alicerces. (Henry David Thoreau. Americano, poeta.)

O silêncio é um grande auxílio para quem, como eu, está em busca da verdade. (Gandhi.)



CONTATO

simplesmenteoutono@globo.com



MOMENTOS INDISPENSÁVEIS



CRÉDITOS

Blogger Brasil
1000 Imagens



Quinta-feira, Julho 02, 2009




Você se superou, como de costume.
Saul Gorn - Professor.


Minha verdade em palavras...

Leio algumas cartas que não foram entregues.
Relembro frases que não foram ditas.
Pedaços de mim que continham você.
Hoje nada muito além de marcas transfiguradas e atenuadas pelo tempo.
Esta é a minha verdade. E nela eu acredito.

Eu, Simplesmente Outono.


às 10:58 PM
Folhas secas ao chão: ()


Sexta-feira, Junho 19, 2009




O cotidiano de uma estação...

Muitas coisas a serem ditas.
Sem o menor pudor eu as diria se de fato valessem à pena.
Pessoas, gestos, sentimentos, palavras: somente se fizerem jus a mim.

Eu, Simplesmente Outono.


às 1:29 AM
Folhas secas ao chão: ()


Terça-feira, Maio 05, 2009




às 8:38 PM
Folhas secas ao chão: ()


Segunda-feira, Abril 27, 2009



Faço-me presente neste tão esperado retorno na forma de muitas folhas secas espalhadas ao chão...

Eu, Simplesmente Outono.



às 3:03 PM
Folhas secas ao chão: ()


Sábado, Março 14, 2009




Uma luta constante


Quando a saudade resolve a todo e a qualquer custo impor sua presença aceite tal imponência, pois lutar contra seria tolice.
Exmª. Srª. Saudade lhe concedo o direito de permanecer em minha companhia até que sua ausência seja exigida.
Após seu real intento ser atingido digo: o de sugar-me todas as forças que um recomeço exige lhe informo que ainda haverão possibilidades de começar sempre.
Eis, que mais uma luta será travada onde as vitórias acontecem por revezamento.
Afirmo a esta mesma Srª que conviver com sua presença (quase constante) jamais fez parte dos meus planos, portanto trate de seguir o seu rumo, pois tento dia após dia seguir o meu sem solicitar a "bendita" imposição da sua presença.

Eu, Simplesmente Outono.





Michele às 12:50 AM
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Terça-feira, Março 10, 2009




O 31º Outono da minha vida...


Desejo todos os amores não vividos, incluindo os sorrisos que permaneceram guardados, calados, malogrados...
Rogo por todas as verdades que nasceram verdades acompanhadas por um “quê” de cumplicidade que traz consigo por si só.
Enfim, eis uma mulher que almeja viver tudo que ainda não foi vivido, somado, compartilhado, diminuído por alguns poucos ou vários motivos.

Eu, Simplesmente Outono.





Michele às 2:00 AM
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Segunda-feira, Março 02, 2009



Michele às 3:40 AM
Folhas secas ao chão: ()


Quinta-feira, Fevereiro 19, 2009




Errata


Uma das partes envolvidas não avisou que...
Enquanto a parte intensa e verdadeira acreditava, digo o Outono...
Ela, a outra parte, apenas sustentava e gerava alimento para o seu ego...
Enfim, o que acabou descaracterizando por completo o suposto dia em que a Terra parou.
Foi comprovado que mentiras e metades ainda não são capazes de alcançar tal efeito.
São lamentáveis as exceções em que os números acabam não sendo mais necessários para o complemento das letras...
Esta acaba de se tornar uma delas, onde agora de forma totalmente independente cada um segue o seu caminho...

Eu, Simplesmente Outono.
Ps.: Despida dos números. Vestindo verdade.


Michele às 5:01 PM
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Sexta-feira, Fevereiro 13, 2009




O MEU produto


Quando ocorre a deliciosa e inexplicável junção das letras com números o resultado acaba sendo onde mais uma vez foi sentido por todos...
Notícia extraordinária: “Hoje mais uma vez foi constatado que a Terra parou por algumas horas sem que houvesse explicação para tal efeito”...
E segundo cientistas o fato já está sendo estudado.

Eu, Simplesmente Outono.
Ps.: "Vestida de números".


Michele às 11:47 PM
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Sexta-feira, Janeiro 30, 2009




Uma escolha aliada à descoberta.


Entre viver um suposto amor desta forma e a comprovação da total inexistência deste amor a segunda opção ocupa agora o posto da verdade onde nem por isso deixa de ser lamentosa.

MORAL DA HISTÓRIA: antes o conformismo de uma ausência comprovada do que a parvoíce de manter um mero capricho da sua imaginação...


Eu, Simplesmente Outono.



Michele às 4:01 AM
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Quinta-feira, Janeiro 22, 2009




Simplesmente sem palavras e adoro quando isso acontece...


Michele às 1:47 PM
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Sábado, Novembro 01, 2008



Michele às 7:30 PM
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Sábado, Outubro 18, 2008



Michele às 9:18 PM
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Domingo, Agosto 31, 2008




Tenho andado vazia de mim...
E repleta de ti.
Esta tem sido a minha verdade.

Eu, Simplesmente Outono.


Michele às 6:56 PM
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Quinta-feira, Julho 24, 2008




O INCOMPREENSÍVEL DEVERIA CAUSAR SUSPEITA E NÃO ADMIRAÇÃO.

Niklaus Wirth - Suíço. Cientista da computação, criador da linguagem "Pascal".



Michele às 8:55 PM
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Domingo, Maio 25, 2008




Preciso entregar-me novamente ao prazer que somente escrevendo sou capaz de sentir.
Eu, Simplesmente Outono.


Michele às 4:31 AM
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Segunda-feira, Março 10, 2008




Hoje me darei os PARABÉNS.


Esperei. Como esperei.
Deveras desejei. Como desejei.
Tive medo de que não chegasse.
Acreditei que seria a própria maturidade vestida de Michele quando atingisse este número.
Hoje vejo que não sou. Sabe que é até melhor assim pois poder agir com a inocência de uma criança dói muito menos do que fazer jus da esperteza de um adulto.
Esta foi denominada a idade crítica do suposto sexo frágil.
Sinonímia que não concordo em gênero, número e grau.
Afirmo tal e tamanha discordância da maneira mais veemente que houver.
Sexo Frágil? Escolho a hora que assim quero ser definida.
Falo dos 30, dos meus 30.
Vivi, senti, chorei, ri, calei, escrevi, cantei, li, não fiz nada, fiz o “meu” tudo.
Fui grossa, solidária, gentil, apática e também dona da verdade.
Ahhh, eu menti.
Fiz juras de amor.
Encantei-me por pessoas, bichos, coisas, lugares e situações.
Questionei o que não merecia, não podia ou até não devia ser questionado.
Achei respostas que acabei não gostando.
Senti falta de uma religião porém não de Deus. Ele esteve presente sempre.
A maturidade faz o sim virar não e vice-versa.
Certeza vira dúvida, dúvida vira certeza.
Perguntas viram respostas e o tal vice-versa ainda impõe sua presença.
Mudei ora o que não queria ora o que devia.
Acreditei na mesma ordem e também na ordem contrária.
Sonhei com o possível e conquistei o impossível.
Amei da pior e da melhor maneira.
Fui várias e também única. Muitas vezes ao mesmo tempo.
Desejei o que jamais seria meu. Justa e simplesmente porque não era para ser.
Fui apenas isso ou até mesmo isso tudo porém estes anos são meus e ninguém tira.
Enfim, hoje me darei os PARABÉNS exatamente como está escrito.





Michele às 1:04 AM
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Terça-feira, Fevereiro 05, 2008




Ando assim: preta e branca.
Cores surgirão, é apenas questão de tempo.

Eu, Simplesmente Outono.


Michele às 11:39 PM
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Sábado, Janeiro 26, 2008




Nas coisas grandes, os homens se mostram como lhes convém; nas pequenas como são.


Nicolas Chamfort - Francês (1741-1794). Escritor, dramaturgo, jornalista.



Se o homem procurasse ser tão bom quanto se esforça para parecê-lo, o seria, sem dúvida.


Rainha Cristina - Sueca (1626-1689).



Os homens deveriam ser aquilo que parecem.


William Shakespeare - Inglês (1564-1616). Dramaturgo, poeta, autor de Hamlet, Romeu e Julieta, Megera domada e Otelo.


Michele às 1:40 AM
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Sábado, Dezembro 22, 2007




Deixe-me apaixonar. Havia esquecido tamanho bem-estar...


Teria apaixonado-me pela pessoa errada? Onde ela trará escrito que é finalmente a certa?


Michele às 9:06 PM
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Quarta-feira, Outubro 10, 2007





Michele às 1:57 AM
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Quinta-feira, Setembro 13, 2007



Michele às 4:12 PM
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Quinta-feira, Julho 19, 2007




N - U - N - C - A acabou! ...


Michele às 12:14 PM
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Sábado, Maio 19, 2007




Conforme os dias passam o palhaço também chora... ou seria a palhaça???


Michele às 3:33 AM
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Terça-feira, Abril 17, 2007




Enfim, a minha tão sonhada e desejada Biologia!
Não tenho feito outra coisa a não ser: estudar, estudar e estudar.
Breve, muito breve estarei de volta.

Beijos carinhosos agradecendo cada manifesto de carinho.
Eu, Simplesmente Outono.


Michele às 2:30 PM
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Sábado, Março 10, 2007




10 de Março...


Agradeço pela vida concedida de volta.
Pela minha família e pelos meus amigos.
Pelas paixões e pelos falsos amores.
Pelos ganhos e pelas perdas.
Pelas pessoas que conheci e por aquelas que deixei de conhecer.
Pelos sonhos desfeitos e ainda mais pelos realizados.
Pelas lágrimas e pelos sorrisos.
Pelos livros lidos e pelas músicas ouvidas.
Por cada sentimento que serviu-me de inspiração ou lamento.
Por cada texto sentido e criado.
Pelas ousadias realizadas e ainda por tantas outras que me permitirei realizar.
Pelo não que virou sim e vice versa.
Pelo meu Outono e pelas outras estações que pude sentir vivendo.
Pelos erros e acertos.
Enfim, obrigada por mais um ano vivido plena e intensamente.


Michele às 12:34 AM
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Domingo, Fevereiro 11, 2007




RUAS DE OUTONO
(Ana Carolina / Antônio Villeroy)


Nas ruas de outono
Os meus passos vão ficar
E todo abandono que eu sentia vai passar
As folhas pelo chão
Que um dia o vento vai levar
Meus olhos só verão que tudo poderá mudar

Eu voltei por entre as flores da estrada
Pra dizer que sem você não há mais nada
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto

Daria pra escrever um livro
Se eu fosse contar
Tudo que passei antes de te encontrar
Pego sua mão e peço pra me escutar
Seu olhar me diz que você quer me acompanhar



Michele às 7:42 PM
Folhas secas ao chão: ()


Sábado, Fevereiro 03, 2007




Confeti não em forma de papel picado...
Confeti para recordar uma infância que desejo de volta...
Coloridos e docinho na medida certa.
Afinal, como achamos a medida? Alguém pode me dizer?


Michele às 10:04 PM
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Quinta-feira, Janeiro 18, 2007




A saudade é salgada.
Se faz doce somente quando optamos para que ela assim seja.


Michele às 7:45 PM
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Domingo, Dezembro 31, 2006




Meu 2006!


Ouvi todas as músicas que desejei.
Perdi pessoas que não gostaria jamais de ter perdido.
Construí sonhos ainda não realizados.
Curti bastante minha mãe.
Visitei meus amigos sempre que pude.
Conheci pessoas únicas.
Conquistei algumas quando não devia.
Comecei textos e não terminei.
Li bons livros.
Ri e chorei.
Fui pedida em casamento.
Tomei banho de chuva.
Fiz novos amigos.
Vi alguns filmes mesmo não gostando.
Senti saudade o ano inteiro em vários momentos.
Fui útil e meu espírito agradece.
Também fútil e me arrependi.
Descobri amigos que não eram amigos.
Comprei passagens para Porto Alegre e cancelei.
Conheci o Rafael, a Renata e o Antônio Carlos.
E hoje não estão mais entre nós.
Superei alguns medos e criei outros.
Fiz rir e chorar.
Dancei de olhos fechados.
Não nadei uma vez sequer.
Alguém falou e cumpriu.
Fiquei sozinha sempre que precisei.
Descobri cabelos brancos e arranquei.
Comprei coisinhas de mulher.
Cozinhei pouquíssimas vezes.
Namorei quem não devia.
Meu irmão ficou noivo.
Tive que tomar uma grande decisão.
Quase não fui à praia.
Tive meu melhor amigo sempre por perto.
Tive surpresas boas e ruins.


Enfim, posso dizer que 2006 foi um ano que pude descobrir coisas que fizeram toda e total diferença e certamente continuarão fazendo.
Sem dúvida fiz por onde me tornar uma pessoa melhor, revi certos conceitos, aceitei certos erros, descobri qualidades...
Quero um 2007 para ser vivido da melhor forma. E isso garanto fazer.


Michele às 1:42 PM
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Segunda-feira, Novembro 20, 2006




Evite acidentes: faça tudo de propósito.

Carlito Maia - Brasileiro (1924-2002) - publicitário e escritor.



Quem contempla desapaixonadamente, não contempla.

Jorge Luis Borges - Argentino (1899-1986) - poeta e escritor.



Um barco está seguro no porto. Mas os barcos não são feitos para isso.

John A. Shedd - Americano (séc. XIX) - advogado.





Michele às 4:23 PM
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Domingo, Novembro 12, 2006




Tempo é a substância do qual sou feito.

Jorge Luiz Borges - Argentino (1899-1986) - poeta e escritor.



Tempo é o que impede tudo de acontecer de uma vez.

John Archibald Wheeler - Americano - Físico


Michele às 12:55 PM
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Terça-feira, Outubro 17, 2006


Exatidão de sentimento.


Falta-me algo hoje.
Estou aqui nem sei como...
Apenas não sei e pronto, porém estou.
Meio assim, meio nada, meio tudo.
Dizem que pode ser saudade.
Eu diria necessidade.
Talvez ambos.
Quem provém de quem, afinal?
Estou certa de que encontro-me entorpecida pelo teu gosto, pela tua pele, por você. Doce e maliciosamente entorpecida.
Estou perdida no tempo, no espaço.
Não me acho e nem quero.
Quero que você me ache.
Me acha, vai...
Me pega e me invada afinal hoje te permito fazer de mim o que quiser. Faça, por favor... eu deixo, eu quero, eu preciso me conceder a essa entrega submissa.
Te quero deliciosamente certa de que não como quis tantos outros pois os outros tinham um lado só, o lado que eles queriam mostrar.
Você se mostra inteiro, sombrio e claro, doce e acre, denso e leve, intenso e calmo, enfim sem pudores e sem medo...
Te quero nu e te quero cru.
Te quero bem e te quero mal.
Te quero devasso e te quero anjo.
Te quero casto, porém ainda mais, muito mais indecoroso.
Te quero menino, tímido, sereno.
Te quero homem, descarado, despudorado.
Quero te amar em uma cama com pétalas de rosas e lençóis de cetim.
Quero te amar com urgência no banco de trás do carro.
Quero te amar na lama e ter sua boca com gosto de chuva.
Quero te amar na areia da praia e observar teus olhos mirando as estrelas e a lua.
Quero teus sonhos, entretanto os pesadelos devem vir pois também os quero.
Quero teus amores amados...
Ou simplesmente os prazeres de amores.
Quero ser teu presente e teu futuro.
Quero tuas lembranças, tuas histórias.
Adoro teu passado meigo, lascivo, devasso.
Adoro o teu preto e o teu branco.
Adoro todos os teus lados, frestas, cantos, ângulos, retas e curvas.
Te quero assim dessa forma e sem forma exata.

Eu, Simplesmente Outono.


Michele às 8:55 PM
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Sábado, Outubro 07, 2006




SENTIMENTOS e SENTIMENTALIDADES...


SAUDADE: dos números.

LEMBRANÇA: Ciências Exatas.

ANGÚSTIA: querer demais e ser tolhida de forma doída e absurda.

PREOCUPAÇÃO: se está bem e feliz.

INDECISÃO: ela nem aparece quando o X da questão é você.

CERTEZA: desta admiração.

INTUIÇÃO: de que ainda nos veremos por aí seja nesta vida ou mesmo nas outras.

PRESSENTIMENTO: quando ele aparece arrumo um jeito de obter notícias.

VERGONHA: por te querer desta forma e sem forma exata.

ANSIEDADE: por te ver mais uma vez e não dizer uma só palavra.

INTERESSE: ter você ou me livrar de uma vez por todas.

SENTIMENTO: os melhores eu te dou.

RAIVA: da cena!

TRISTEZA: por ter sido mais uma.

FELICIDADE: pelos dias de convivência.

DOR: ser de outro querendo ser tua.

AMIZADE: além dela, tantos outros sentimentos.

CULPA: não me culpo. eu sinto, eu quero e pronto!

LUCIDEZ: sempre esteve presente.

RAZÃO: foi ela que deu o basta!

VONTADE: ora ora... todas, mesmo não podendo.

PAIXÃO: passei deste estágio.

AMOR: enfim, encontrei a definição...

Hoje dispenso assinatura.


Michele às 10:47 PM
Folhas secas ao chão: ()


Terça-feira, Setembro 26, 2006




Amarga confissão...


Já tentei ser mais ou menos...
Já tentei subir no muro...
Já tentei ter pavio por mais curto que fosse...
Já tentei falar em meias palavras...
Já tentei viver pela metade...
E já tentei até não tentar simplesmente.

Pago pra ver todas às vezes.
Dou minha cara a tapa e ainda viro o outro lado.
É fato: só aprendo assim.
Raramente me permito dançar conforme a música.
E assim vou indo atrás do bloco e abrindo o meu caminho.

Tenho orgulho de mim. E será que tenho mesmo?
Surpreender me faz feliz e vice-versa mais ainda.
Tiro o time de campo numa boa, entretanto quando perco sento e choro.
Agora quando ganho choro mais ainda.
Ser intensa tem seu preço e verdadeira custa mais ainda.

Enfim, vou pagando enquanto me for permitido.
Sendo isso tudo ou mesmo só isso tenho conseguido passar por esta vida deixando meu rastro e infelizmente algumas cicatrizes.
Michele, não falemos em cicatrizes ou talvez numa outra hora que não esta.

Eu, Simplesmente Outono.


Michele às 2:47 PM
Folhas secas ao chão: ()


Quarta-feira, Setembro 13, 2006




Verdade doída

Fui tua...
Fui tua de alma já que de corpo você ficou me devendo.
Ter sido apenas de alma teve que me bastar.
Ser também de corpo colocaria tudo a perder.
Sua moralidade foi tamanha ao ponto de ficarmos no ora veja!!!

Perder o que nunca foi meu...
Perder o que já começou perdido...
Perder o que não era para ser ganho...
Eu já estava perdida...

E com isso...

Minha alma sente falta da tua...
Meu encantamento sente falta do teu...
Minha vontade de você não passa...

Imoral já éramos, seu tolo!
Faltou, porém a melhor e a mais desejada das imoralidades .
Falo daquela bem devassa e despudorada, entretanto não menos de alma...
Muitas vezes supliquei por ela calada e também aos berros.
Fui e ainda sou tua. Agora exijo deixar de ser.


Eu, Simplesmente Outono


Michele às 9:56 PM
Folhas secas ao chão: ()


Sexta-feira, Setembro 08, 2006




... e assim vamos vivendo...


Michele às 11:11 PM
Folhas secas ao chão: ()


Domingo, Junho 25, 2006




Estou passando apenas para deixar registrado que muito breve estarei de volta.
Haverá algumas mudanças porque afinal de contas elas muitas vezes se fazem altamente necessárias.

Beijos e folhas secas desta estação que tenta a todo custo ser feliz...
Eu, Simplesmente Outono.





Michele às 10:19 AM
Folhas secas ao chão: ()


Domingo, Abril 09, 2006


Um ausente


Tenho razão de sentir saudade, tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto. Detonaste a vida geral,
a comum aquiescência de viver
e explorar os rumos da obscuridade,
sem prazo, sem consulta; sem provocação,
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora. Teu ponteiro enlouqueceu,
enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar...
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso,
voz modulando sílabas conhecidas e banais,
que eram sempre certeza e segurança.
Sim tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste o não previsto
nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.


Carlos Drumond de Andrade.


Michele às 6:37 PM
Folhas secas ao chão: ()


Domingo, Fevereiro 19, 2006




Aviso aos desavisados e apenas um lembrete para os esquecidos...


Aos poucos que verdadeiramente me conhecem sabem que eu SIMPLESMENTE ADORO confessar o inconfessável.

Sou atrevida sim e daí? Me permito ser passada a limpo somente por mim mesma diga-se de passagem e foi isso que acabei fazendo neste longo e necessário desaparecimento. Tirar o time de campo se torna até prazeroso de vez em quando, entretanto o que não me permito jamais é deixar de jogar.
Ficar de fora avaliando a partida rolando faz com que cada jogada seja avaliada para finalmente alcançar o tão sonhado e esperado intento, digo o gol.

Por isso informo através destas breves linhas que juro que eu tentei ficar com o que há de melhor da Michele, porém.... alguns defeitos teimaram por permanecer como por exemplo a ousadia de sempre se mostrar por inteira. Acredito que esta transparência sem pudor e desavergonhada mesmo faz de mim uma pessoa que tem feito falta para algumas outras e deliciosamente já faz tudo valer a pena.

Aos que julgaram me amar se realmente o tivessem feito jamais teriam me perdido.

Estou voltando à partida e o que eu mais quero é fazer gol.

Beijos e folhas secas desta estação que a cada dia se apaixona mais e mais pelas letras e tenta a todo custo ser feliz...

Eu, Simplesmente Outono.


Michele às 12:15 AM
Folhas secas ao chão: ()


Sábado, Outubro 29, 2005




ELA SE APAIXONOU.


Amiga minha está assim. Feliz por ela, mas para acalmá-la um pouco, enviei-lhe estas velhas idéias.
A mulher em estado de paixão é um ser em estado permanente de torcida do Flamengo. Torce mais por ele (o amado) que pela Seleção. Entra no campo, agride o juiz, salta o alambrado, topa qualquer desafio. Só vê a vitória. Vai pro exílio, larga carreira, profissão, conveniência, partido político. Só tem um caminho e uma verdade: a paixão. O resto virá depois. Sem ele, o tudo é nada.
É o mais paciente dos seres impacientes. Sempre em estado de "estou pronta" leva anos esperando com uma insuportável e maravilhosa impaciência, exigência, dedicação, entrega, cegueira, vontade de quintais, praias e amarrações que supõe perfeitas e definitivas. Ninguém vive a provisoriedade com tanto sentido de permanência. Ninguém assina em branco e antecipa tantos avais de afeto. Ninguém erra com tanta convicção e decência. Para ela, a única alternativa para o tédio é a paixão.
É fera e santa, guerreira e gato, desastrada e genial, capaz de usar fitas; meias coloridas; de enfrentar solidões, distâncias, presenças e furacões pelo ser amado. É o mais regular dos seres irregulares, porque não julga, não pensa, não avalia: sente. E que se danem o mundo, as regras, as regulações, disposições, legislações e tudo aquilo que a mãe ensinou!
Que o mundo exploda em flores! Ser de grandezas só vive de migalhas. Entende de lençóis iluminados pela luz do corredor nas noites sem sono, conhece ruídos diferentes de tique-taques e entende de cantores e poetas (escolhidos secretamente).
Interpreta as mensagens mais sutis do amado: tom de voz, espaço entre uma e outra frase, fomes dominicais, impressões vagas de cansaço, tédio, alegria ou saudade expressas por fungados, suspiros, desabafos, interjeições, gestos, sons, olhares.
Mistura disposição com vontade. Possibilidade com ânsia. Dificuldade com não querer. Em suma: é o mais incapaz dos capazes do que há de melhor, mais lindo, legítimo e verdadeiro.
Especialista em pretextos; modista de oportunidades; navegantes de esperanças; tecelã de ternuras; doceira de amarguras.
É furacão e chuvisco; exaltação e placidez; adivinhação e alienação; sábia e patusca; maravilha e susto; mãe e mulher; filha e bruxa; santa e desastrada. O único ser que topa qualquer parada não é o herói nem o desesperado: é a mulher apaixonada.

ARTUR DA TÁVOLA

CRÔNICA PUBLICADA NO JORNAL O DIA EM 29/10/2205.


Michele às 9:52 PM
Folhas secas ao chão: ()


Domingo, Setembro 11, 2005




Plenitude e Ousadia



Definir "ousadia" tornou-se algo fácil: pessoa de vinte e muitos anos expondo suas tão íntimas e não menos necessárias linhas e porque também não dizer devaneios numa página pessoal da internet.
O que fazer e que critérios usar quando isso a torna uma pessoa plena???... Vou vivendo ora ousada, ora plena, ora frágil, ora simplesmente preta e branca... Certamente não saberia viver sem as letras e também não sem os números. E confesso que assim tem sido bem legal viver.
Definir "plenitude" seria esta tal pessoa se permitindo ousar.. ora... ora...

Como prometi minha estação está de volta deixando minhas frágeis folhas secas por onde me permitirem passar.

Eu, Simplesmente Outono.


Michele às 1:15 AM
Folhas secas ao chão: ()


Sábado, Agosto 20, 2005


Estou na verdade usando a Net de um shopping center do RJ.
Na verdade meu "filhinho de casa" está com problemas. Espero que ele volte a funcionar o mais rápido possível para que enfim eu possa voltar a atualizar esta minha adorada estação.
Peço que mais uma vez tenham paciência pois o Outono fará de tudo para voltar em breve, esperando de fato ser muitíssimo breve.
Deixo minhas folhas secas e a promessa do meu retorno.

Simplesmente Outono.


Michele às 8:29 PM
Folhas secas ao chão: ()


Quinta-feira, Maio 26, 2005


Meus lábios...


Quero e preciso de uma resposta significativa e acima de tudo definitiva: Porque esta mania absurda de falar sempre de amor? Seria eu uma eterna idiota que ainda acredita neste sentimento ou de fato a certa na história é a pessoa que vos escreve? Nesta vida escolhi ser a idiota, talvez na outra ainda assim seja uma idiota.
Um dia se assim me for permitido o viverei de maneira sublime e feliz.
Como falar de amor é bom... causa sensações e eu adoro sentir...

Simplesmente Outono


Michele às 11:26 AM
Folhas secas ao chão: ()


Domingo, Abril 17, 2005


O meu basta


se não passo de um mero objeto desse teu desejo absurdo... trate-me como tal.

se de fato sou especial... trate-me como tal também.

se não sou absolutamente nada... faça exatamente o que tem feito.

agora não venha fingir um amorzinho medíocre porque isso se torna patético.


Michele às 10:20 PM
Folhas secas ao chão: ()


Domingo, Abril 03, 2005




Atrevimento...


Hoje quero ser a audácia vestida de Michele...
Quero provocar até ouvir tua súplica...
Quero ser a melhor de todas as luxúrias e a que se tornará inesquecível...
Quero te deixar com o meu gosto e com o meu cheiro.
Quero permancer em você...
Quero grudar de tal forma na tua pele que onde estiver me levará contigo e todos a tua volta sentirão a minha presença...
Serei vista no teu olhar, na tua fala e nos menores gestos.
E assim sendo nos restará apenas dois caminhos...
Ou você virá ao meu encontro sedento e faminto ou então o ser suplicante deixará de ser você e passarei a contar os dias para finalmente me livrar desse querer.

Eu, Simplesmente Outono.



Michele às 8:38 PM
Folhas secas ao chão: ()


Quinta-feira, Março 10, 2005




Hoje estou aqui para dividir a alegria desta data com vc que fielmente tem me acompanhado nesta caminhada blogueira.
Bom, como uma legítima pisciana o dia de hoje é literalmente MEU.
Aproveito esta data para agradecer cada demonstração de carinho, cada elogio apesar de achar que não os mereço já que a pessoa exposta sou eu de fato e por isso não vejo motivo para tantos elogios, enfim... agradeço também as críticas afinal elas se fazem altamente necessárias.
Estou muuuuuuuuuuito feliz e todos vocês fazem parte desta minha felicidade. Obrigada, obrigada e obrigada.





Michele às 12:35 AM
Folhas secas ao chão: ()


Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005


Simplesmente...


tuas palavras, teu olhar, tua malícia...
tua boca, teu cheiro, tuas mãos...
teu corpo, tua respiração, teu gosto...
teu medo, teu desejo, tua audácia...
tua coragem, tua pele, teu jeito...
permitido ou proibido..
certo ou errado...
com ou sem barba...
que saudade!

uma admiração quase que instantânea...
um entendimento mútuo e inexplicável.
um abraço que conforta... protege... e deliciosamente provoca...
torna-se suficiente dispensando qualquer outro gesto.
que saudade!

te adoro de forma única assim como te desejo da mesma maneira.
talvez existam outros sentimentos envolvidos sem explicação lógica...
e falando nessa tal de lógica ela se encaixa perfeitamente na tua ciência.
escolhi o caminho em que a lógica não se faz necessária...
... e mais uma vez: que saudade!!!

hoje dispenso assinatura.




Michele às 4:45 AM
Folhas secas ao chão: ()


Sexta-feira, Fevereiro 11, 2005


Meu rumo...


Mais uma vez as letras me fazem rumar até você. Tento de todas as formas mudar este percurso, entretanto quando elas tocam o papel ganham vida própria e acabam falando por mim. Ora o que devem... ora o que devem... afinal não possuo o menor domínio sobre elas. Despudorada esta revelação. O que me resta? Seguir apenas a direção já estabelecida. Afirmo lasciva e deliciosamente que minhas letras são tuas.. e será que teus números são meus?

Eu, Simplesmente Outono.


Michele às 1:08 AM
Folhas secas ao chão: ()


Domingo, Janeiro 30, 2005


Ousadias de um Outono...


Outono: por favor não brinque comigo...
Poeta: sou poeta... não brinco..
Outono: acredito.
Poeta: prometo.. e adoro-te...
Outono: será retribuído. não brinco.
Poeta: quero-te... e não brinco..
Outono: senti tua falta. não brinco.
Poeta: não te esqueci e recordei-te sempre. não brinco.
Outono: estou começando a necessitar-te. não brinco.
Poeta: quero o teu começo. não brinco
Outono: quero o teu meio e o teu fim. não brinco.
Poeta: quero ser o teu Outono. não brinco
Outono: te quero. não brinco.
Poeta: quero o teu colo. não brinco
Outono: quero ser tua inspiração. não brinco.
Poeta: quero ser a tua pena. não brinco
Outono: quero entregar-me. não brinco.
Poeta: quero tua entrega. não brinco..
Outono: quero ser o teu melhor. apenas quero. não brinco.
Poeta: quero apenas.. assim...com encanto. não brinco
Outono: sempre quis. não brinco.
Poeta: quero poder querer-te. não brinco
Outono: sentirei tua ausência. não brinco.
Poeta: quero teu desejo em mim. não brinco
Outono: encontro-me presa. não brinco.
Poeta: prisioneiro de ti. quero ver-te.. quero sentir-te.. não brinco
Outono: encantada pra sempre. não brinco.
Poeta: quero que me leves a desejar-te..
Outono: tornou-se meu vicio. não brinco.
Poeta: de todas as formas.. quero ser o teu vício. não brinco
Outono: não quero deixar-te. não brinco.
Poeta: quero tua sedução. não brinco
Outono: teu jeito fascina. não brinco.
Poeta: quero tua luxúria. não brinco
Outono: tuas letras seduzem. não brinco.
Poeta: tua alma inspira. não brinco
Outono: quero teu cheiro. não brinco
Poeta: quero teu corpo. não brinco..
Outono: quero ousar-te. não brinco
Poeta: teu perfume....tua pele. quero teus beijos. não brinco
Outono: quero possuir-te. não brinco
Poeta: quero-te toda.. todinha não brinco
Outono: quero rumar tua vida. não brinco.
Poeta: quero rumar no teu olhar. não brinco..
Outono: quero o amor. não brinco.
Poeta: quero o sexo. não brinco
Outono: quero ser tua. não brinco.
Poeta: quero ser teu. não brinco
Outono: já sou tua. não brinco.
Poeta: te guardo. não brinco
Poeta: " Um homem só é verdadeiramente feliz....quando pertence a uma só mulher"... Vinícius de Morais..
Outono: e vice-versa. Michele.
Poeta: vou sonhar-te. quero brincar contigo. não brinco
Outono: vou pensar-te. não brinco.
Poeta: quero meu orgasmo em ti. não brinco
Outono: quero molhar-me do teu sexo. não brinco
Poeta: quero cantar contigo. não brinco
Outono: quero sorrir contigo. não brinco
Poeta: quero lamber tua pele. não brinco
Outono: quero ser tuas palavras. não brinco.
Poeta: quero ser o teu grão de voz. não brinco
Outono: quero teu gosto em mim. não brinco.
Poeta: quero fechar os olhos e ver-te. não brinco
Outono: quero onde for sentir-te. não brinco
Poeta: quero sentir o teu corpo. não brinco
Outono: quero ser teu pensamento. não brinco
Outono: quero ser um só corpo. não brinco
Poeta: quero dar-te a mão....sempre. não brinco
Outono: quero erguer-te. não brinco
Poeta: quero deitar-te no meu colo. não brinco..
Outono: quero oferecer-te o melhor. não brinco
Poeta: como quero... quero muito... quero demasiadamente
Outono: quero te dar alma nova. não brinco
Outono: quero muito... quero querer-te. e como quero. não brinco..
Outono: guardei cada quero. não brinco
Poeta: guardarei teu querer. não brinco
Outono: guardarei nosso querer. não brinco
Outono: um escrito está surgindo. não brinco
Poeta: guarda e esconde na nossas mãos. não brinco
Outono: esta magia é mágica. não brinco
Outono: preciso adormecer e será nos teus braços. não brinco
Poeta: adoro tua magia. quero que sejas a minha feiticeira. não brinco
Poeta: precisamos adormecer, brincar, chorar e rir juntos sempre. e viver também a vida juntos. não brinco
Outono: a partir de hoje juntos. não brinco.
Poeta: a partir de hoje encanto.. doçura.. Outono.. mar.. rio
Outono: nossas palavras se completam. não brinco.
Poeta: quero ir no teu rio. não brinco
Outono: não consigo parar. não brinco.
Poeta: estou em êxtase. quero completar-me no teu corpo. não brinco
Outono: quero ser descoberta. não brinco
Outono: como parar? não brinco.
Outono: belo texto criamos. e bela dupla seremos. não brinco
Outono: estou... sou.. vou.. sinta-me.. sou tua... e sempre serei...
Outono: sinta o nosso perfeito encaixe... assim como nossos corpos... nossas mãos... nossas línguas... nosso sexo... nossa boca.. nossas almas...
Outono: já é tarde demais.. me entreguei de corpo e alma.. sou tua.. sinta meu gosto... meu toque... minha vontade por ti, de ti, pra ti e em ti...
Poeta: quero sentir o teu sentir....descobrir tua libido.... quero sentir.....preciso....perfeito....será este encontro...
Outono: minha pele... meu cheiro... meu sexo... minha sede e minha fome... minha alma...
Poeta: quero que conheças minha sede....minha ânsia sem limite...
Outono: entramos no mesmo ritmo sem procurar por isso
Poeta: naturalmente..
Outono: o poeta está fugindo?
Poeta: jamais..
Outono: então venha poeta.. me possua como antes nunca fui
Poeta: adorei esta caminhada contigo a par e a passo..
Poeta: quero.. porém ainda não é hora
Poeta: deixa-me penetrar-te..
Outono: durma com teu desejo e pense nesta estação...
Poeta: meu desejo agora és tu..
Outono: beijos, desejos e folhas secas de um Outono...





Michele às 4:38 AM
Folhas secas ao chão: ()


Domingo, Janeiro 16, 2005


Viver uma verdadeira experiência amorosa é um dos maiores prazeres da vida.
Gostar é sentir com a alma, mas expressar os sentimentos depende das idéias de cada um.
Condicionamos o amor às nossas necessidades neuróticas e acabamos com ele.
Vivemos uma vida tentando fazer com que os outros se responsabilizem pelas nossas necessidades enquanto nós nos abandonamos irresponsavelmente. Queremos ser amados e não nos amamos, queremos ser compreendidos e não nos compreendemos, queremos o apoio dos outros e damos o nosso a eles. Quando nos abandonamos, queremos achar alguém que venha preencher o buraco que nós cavamos.
A insatisfação, o vazio interior se transformam na busca contínua de novos relacionamentos, cujos resultados frustrantes se repetirão.
Cada um é o único responsável pelas suas próprias necessidades.
Só quem se ama pode encontrar em sua vida UM AMOR DE VERDADE.

Luiz Gasparetto


Texto extraído do último lançamento de Zíbia Gasparetto - Um amor de verdade. Este é o meu livro de cabeceira no momento. Realmente é uma bela pedida para quem aprecia este tipo de leitura.
Preciso me abrigar por um tempo. Confesso que tenho sentido uma falta absurda em colocar minhas " ousadias " num papel mesmo sendo numa página em branco do word. Preciso desse recolhimento por ser de grande valia e necessidade para esta que vos escreve. Necessito assimilar algumas verdades que sou levada a dizer tem custado um preço digamos que considerável, entretanto " ousar " acabou se tornando completamente inviável. Quem sabe um dia eu não seja mais obrigada a me privar de pessoas que jamais deveriam ter saído da minha vida. Realmente ser especial ( como dizem alguns ) e verdadeira também tem o seu preço e infelizmente tenho pago exatamente o que está sendo me cobrado. Na verdade estou saindo de circulação, estou aceitando o que tem que ser.


Michele às 5:33 PM
Folhas secas ao chão: ()


Sábado, Dezembro 25, 2004


Desejo que você ame e que amando também seja amado. E que se não for, seja breve em esquecer e que esquecendo não guarde mágoa. Desejo pois que não seja assim, porém se for saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos e que mesmo maus e inconseqüentes sejam corajosos e fiéis. E que pelo menos um deles você possa confiar sem duvidar porque a vida é assim. Desejo ainda que você tenha inimigos, nem muitos, nem poucos mas na medida exata para que algumas vezes você se interpele a respeito de suas próprias certezas. E que entre eles haja pelo menos um que seja justo para que você não se sinta demasiadamente seguro.
Desejo depois que você seja útil, mas não insubstituível e que nos maus momentos quando não restar mais nada essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante não com os que erram pouco, porque isso é fácil mas com os que erram muito e irremediavelmente e que fazendo bom uso dessa tolerância você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você sendo jovem não amadureça depressa demais e que sendo maduro não insista em rejuvenescer e que sendo velho não se dedique ao desespero porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste não o ano todo, mas apenas um dia e que nesse dia descubra que o riso diário é bom, o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra com o máximo de urgência acima e a despeito de tudo que existem oprimidos, injustiçados e infelizes e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato, alimente um cuco e ouça um joão-de-barro erguer triunfante o seu canto matinal porque assim você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente por mais minúscula que seja e acompanhe o seu crescimento para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo outrossim que você tenha dinheiro porque é preciso ser prático e que pelo menos uma vez por ano coloque um pouco dele na sua frente e diga: "Isso é meu", só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra por ele e por você mas que se morrer você possa chorar sem se lamentar e sofrer e sem se culpar.
Desejo por fim que você sendo homem tenha uma boa mulher e que sendo mulher tenha um bom homem, e que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes e quando estiverem exaustos e sorridentes ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer não me resta mais nada a lhe desejar.
Que este ano que está prestes a começar venha repleto de boas novas.
Faça de tudo para ser real e plenamente feliz pois sem dúvida alguma você merece.

Texto de Víctor Hugo.

Beijos e abraços.
Simplesmente Outono.


Michele às 7:05 PM
Folhas secas ao chão: ()


Domingo, Novembro 21, 2004


What Am I To You

( Norah Jones )

What am I to you
Tell me darling true
To me you are the sea
Fast as you can be
And deep the shade of blue

When you're feeling low
To whom else do you go
See I cry if you hurt
I'd give you my last shirt
Because I love you so

If my sky should fall
Would you even call
Opened up my heart
I never want to part
I'm giving you the ball

When I look in your eyes
I can feel the butterflies
I love you when you're blue
Tell me darlin true
What am I to you

Yah well if my sky should fall
Would you even call
Opened up my heart
Never wanna part
I'm givin you the ball

When I look in your eyes
I can feel the butterflies
Could you find a love in me
Could you carve me in a tree
Don't fill my heart with lies

I will you love when you're blue
Tell me darlin true
What am I to you

Confesso que esta música me causa uma leveza extraordinária e por isso a escolhi dentre tantas que gosto.
O mundo vai acabar e eu só quero dançar, apenas esta... " E se você fecha os olhos, a menina dança... "
Poucas e por isso raras são as pessoas que causam a mesma sensação desta música. Eu conheci apenas uma.


Michele às 8:01 PM
Folhas secas ao chão: ()


Sexta-feira, Outubro 22, 2004


Apenas saudade...


Necessito preencher estas linhas para dar vazão ao que sinto. Faço isso porque a ânsia me permite realizar tamanha ousadia.
Começarei sintetizando o que o nosso companheiro Aurélio julga ser o "sentir". Perceber por meio de qualquer órgão dos sentidos; experimentar ( sensação física ou moral ); ser sensível; pressentir. Existem sem dúvida alguma outras inúmeras definições que francamente acabariam por ocupar um espaço considerável e necessário em meu escrito.
Como disse a minutos atrás este anseio, esta angústia tem sido infinda e certamente através e por causa dela sou absurdamente obrigada a ter a meu inteiro dispor o maior número de linhas possíveis pois ao terminarem de ler terão plena certeza que de fato elas foram de extrema necessidade.
Me colocando como leitora de minha própria ousadia me vi perguntando o que supostamente também será questionado por quem se dispuser a ler: "o que quero passar e onde quero chegar". Eis que então acabarei com esta tortura mental principalmente para quem está a preencher estas linhas.
Em uma das definições do nosso mestre Aurélio, ele afirma que para sentir necessitamos de qualquer órgão que esteja relacionado aos sentidos. Todo e qualquer ser humano independente de deficiência é plenamente capaz de sentir mesmo não tendo todos os sentidos a sua disposição. Quando algum deles o falta divinamente ocorre o aumento da sensibilidade e da capacidade de algum outro para que sempre possa existir o então X da questão que definitivamente é o sentir, sentir apesar de tudo... sentir sempre.
Agora deposito minha inquietude nesta pergunta que se faz altamente inevitável e imprescindível: "será que necessitamos meramente desses órgãos para termos a nosso dispor o sentir? e quando o sentimos com a alma, qual desses sentidos estamos pondo em prática, em funcionamento, em exercício?"
Acredito que estes são os fatores primordiais e digamos até que os primeiros a entrar em questão. Quando sentimos com a alma, o coração responde instantaneamente e eis que nasce a busca dos detalhes mesmo que sejamos movidos por um impulso espontâneo e alheio à nossa razão, isto é, me refiro ao que chamamos de instinto.
Vai surgindo pouco a pouco um olhar que encanta, um cheiro que causa inércia, um toque que acalenta, uma voz que te faz levitar por segundos, e um gosto que te alimenta... agora sim os sentidos são e se fazem extremamente indispensáveis.
Ao sentir com a alma os detalhes até então desconhecidos te fazem suspirar e causam uma leveza incomparável e também indescritível mesmo você estando num pregão da bolsa de valores. Isso não é maravilhoso? Sentir é muito bom... de fato é algo feérico.
Quando sentimos dessa maneira temos o real valor desses sentidos que diária e incessantemente são usados e por muitas vezes não nos damos conta. Podemos ver o quão são indispensáveis para causar sensações que nos deixam com um sorriso maroto no canto dos lábios. Além de fazer parte da nossa sobrevivência, foram criados também para nos fazer feliz.
A voz que levita agora inebria, o gosto que sacia agora atiça, o olhar que encanta agora imanta, o toque que acalma agora se faz absurda e extremamente necessário, e o cheiro que causa inércia agora habita em você.
Hoje a saudade caminha nos meus passos, somos uma só: eu e ela. Onde quer que eu vá, o que quer que eu faça lá está a entrar no meu ritmo, no meu compasso sem ao menos me pedir permissão. As vezes brigamos... e feio, só que depois há uma trégua pois vejo que só ela me restou... Existem dias que ela se torna cruel e o pior dos sentimentos, já em outros me acalento em seu colo gélido, áspero, e deveras desconfortante. Me inquieta, me tortura, me machuca, me corrompe e me corrói, me desespera até. Então tento me aquecer com pensamentos que planejo serem somente por alguns instantes... me vejo obrigada a lamentar pois eles se transformam em horas e eu nem sinto... assim o colo vai ficando morno e já não sinto mais tanto frio. Me encontro inerme.
Recordo do teu olho preso ao meu, fescenino até, da tua respiração na mesma cadência que a minha, do teu cheiro se juntando ao meu e se tornando apenas um, da tua boca férvida se unindo a minha quando as palavras não se fazem mais necessárias, do teu toque que ao mesmo tempo que me aconchega, me deseja.
Estou em uma temperatura agradável e venci o gelo que a saudade me causava, agora me vejo adormecida e sorrindo... pois afinal sonho contigo. Estou fadada a esta saudade.
Acredito que todas as pessoas almejem, umas com mais ardor já outras nem tanto um sentir desse jeito: pleno, verdadeiro, natural, intenso, desejado, forte, sincero, mágico, puro e por isso involuntariamente único.
Realmente quando a alma sentir, não utilize sua audácia jamais e muito menos fuja como muitos covardemente fazem, acredite apenas. Mesmo esta saudade sendo imane, os dias com ela tem outro sabor.
Depois de enfim completar meu escrito, a sensação que sinto neste exato momento me leva a revelar que estou leve, quase flutuando pois a angústia que antes me massacrava deu lugar a satisfação do atrevimento aqui realizado.
Palavras nunca , jamais e em tempo algum serão suficientes para expressar o sentir da alma. Você nem perceberá que quem fala é ele, o silêncio. Divinamente ele falará por si só.
Eu, como disse no começo ousei quando me dispus a preencher estas linhas e mesmo que surgisse um livro dessas palavras ainda sim não seria suficiente.
Os dias vão passando... e a saudade aqui a enlouquecer, a atormentar...

Quem se atreveu a preencher estas linhas?

Eu, Simplesmente Outono.


Michele às 5:11 AM
Folhas secas ao chão: ()


Domingo, Setembro 19, 2004


É verdadeiro. Pude sentir.

Teu gosto ainda se faz presente... E que gosto!!!


Michele às 3:28 PM
Folhas secas ao chão: ()


Quinta-feira, Agosto 26, 2004


Não deveria se chamar AMOR...


O amor que eu ti tenho é um afeto tão novo
Que não deveria se chamar amor
De tão irreconhecível, tão desconhecido
Que não deveria se chamar amor.

Poderia se chamar NUVEM
Pois muda de formato a cada instante
Poderia se chamar TEMPO
Porque parece um filme a que nunca assisti antes

Poderia se chamar LABIRINTO
Pois sinto que não conseguirei escapulir
Poderia se chamar AURORA
Porque vejo um novo dia que está por vir

Poderia se chamar ABISMO
Pois é certo que ele não tem fim
Poderia se chamar HORIZONTE
Que parece linha reta mas sei que não é assim

Poderia se chamar PRIMEIRO BEIJO
Porque não lembro mais do meu passado
Poderia se chamar ÚLTIMO ADEUS
Que meu antigo futuro foi abandonado

Poderia se chamar UNIVERSO
Porque sei que não o conhecerei por inteiro
Poderia se chamar PALAVRA LOUCA
Que na verdade quer dizer: aventureiro

Poderia se chamar SILÊNCIO
Porque minha dor é calada e meu desejo é mudo
E poderia simplesmente não se chamar
Para não significar nada e dar sentido a tudo


Michele às 1:18 AM
Folhas secas ao chão: ()


Domingo, Julho 25, 2004


Quando me amei de verdade


Quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância,
eu estava no lugar certo, na hora certa. Então pude relaxar.

Quando me amei de verdade pude perceber que o sofrimento emocional
é sinal que estou indo contra minha verdade.

Quando me amei de verdade parei de desejar que a minha vida fosse
diferente e comecei a ver que tudo que acontece contribui para o meu crescimento.

Quando me amei de verdade comecei a perceber como é
ofensivo forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado ¿ inclusive eu mesma.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável.
Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e qualquer coisa que me pusesse pra baixo.

Minha razão chamou isso de egoísmo, mas eu hoje sei que é amor-próprio.

Quando me amei de verdade deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos.
Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom!!

Quando me amei de verdade desisti de ficar revivendo o passado
e de me preocupar com o futuro.
Isso me mantêm no presente, que é onde a vida acontece.

Quando me amei de verdade percebi que a minha mente pode me
atormentar e me decepcionar.
Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna grande e valiosa aliada!


Texto de Kim McMillen e Alison McMillen


Recebi este texto magnífico por email e lamento muito ter vindo sem o autor. Peço que caso alguém saiba quem o escreveu me avise atráves de email pois sem dúvida alguma não quero e nem posso deixar passar despercebido. Agradeço. Agora agradeço a pessoa que gentilmente me informou o autor desta obra. Informo que a devida mudança já foi realizada.



Michele às 11:02 PM
Folhas secas ao chão: ()


Sexta-feira, Junho 04, 2004


Nasci Mulher


Nasci mulher!
Algumas acham ruim, outras acham bom,
mas eu adoro.
Nasci mulher!

Mulher corajosa, mulher determinada,
mulher batalhadora, mulher apaixonada,
Mulher assanhada, mulher sofredora,
Mulher submissa, mulher escrava.
Nasci mulher!

Fui à luta e venci,
conquistei meu espaço no mundo,
trabalhando no banco, com táxi, como motorista de
ônibus, servente, secretária, empresária.
estilista e artista.
Não importa, conquistei meu espaço.
Nasci mulher!

Quando chego em casa
eu sou mulher, amante, amiga e a mãe mais
querida.
Lavo roupa, arrumo a casa, passo e
cozinho, tudo com muito carinho.
Nasci mulher!

Chega o século XXI e com ele loucas
maquinas,computadores, Internet,
aviões e foguetes.

Até Marte já conhecemos!
Mas ainda lavo, passo, cozinho.
Nasci mulher!

Mas esperem! O século XXI é o século
das mulheres.
Por que? Não existe uma maquina tão poderosa como eu,
mulher, que faço com amor e carinho, meninos e meninas.
Que num momento mágico, de cor e desespero.
saem de dentro de mim para a vida.
e eu, por ser mulher, tenho um grande coração,
a responsabilidade, a sabedoria.
e a coragem de levar essa vida a se tornar
o melhor ser humano de toda a Terra e
conduzir a paz.

Não importa se sou
preta ou branca,
clara ou morena
bonita ou feia,
gorda ou magra,
alta ou baixa,
rica ou pobre,
se sou do norte ou do sul,
do leste ou do oeste,

o que importa é que sou feliz!
Tive a boa sorte e nasci mulher.


Solange Elizabeth Prado de Oliveira


Michele às 6:50 PM
Folhas secas ao chão: ()


Quinta-feira, Maio 13, 2004


Euzinha


Me concedo sem a menor culpa momentos intensos, sejam eles de felicidade ou mesmo de tristeza, simplesmente porque sou intensa em tudo o que faço. Muitos me julgam por isso e como vocês já sabem que adoro julgamentos devem imaginar como eu fico, né? Porém não vivo em banho-maria como muitos, talvez a maioria. Não sei viver mais ou menos. Entro em ebulição ou congelo de uma vez. Nunca consegui viver nada pela metade e como minha mãe mesmo diz: " Michele, você já sabe o que vai acontecer se fizer isso ou se agir desta maneira... ", entretanto como a Michele só acredita nas coisas quando sente na própria pele ou quando vê com os próprios olhos... lá vai a Michele pagar pra vê...
Nunca tive medo de arriscar mesmo sabendo por muitas vezes qual seria o final. Sempre ou digamos que na maioria das vezes imaginamos um final feliz. E confesso que raramente o final foi como queria ( feliz, é claro ). Quando isso acontece vou ao fundo do poço e permaneço lá quietinha, ninguém me vê ou sequer me ouve...sofro tudo o que me é permitido ou melhor sofro o que eu me permito sofrer.. só posso garantir que não é pouco.
Acredito ser um defeito acreditar cegamente nas pessoas. Com o passar do tempo a máscara acaba caindo pois certamente não há a menor possibilidade das pessoas viverem a vida inteira portando um máscara. Daí lá está a Michele sofrendo mais uma vez.
Estou com 26 anos, e viver sempre sofrendo confesso que já está me cansando seja por amigos, família ou amor. Gostaria de saber usar as pessoas como as pessoas docemente e sem o menor constrangimento ou cerimônia me usam , gostaria de saber tirar proveito das pessoas sem sequer me importar como se sentiriam depois.... Gostaria muito de ser fria como a maioria das pessoas são. Gostaria de não ter quer me importar com sentimentos.... agir por agir... por instinto até... porém esta certamente não seria eu...
Penso mais na outra parte do que propriamente em mim, não consigo ver só o meu lado na história e com isso acabo esquecendo que tem que ver o outro lado é que está do outro lado. Cada um na verdade tem que ver o seu próprio lado. Nunca a Michele verá somente o seu próprio umbigo.
Não sou de falar de mim nos posts, até porque pelo meu perfil acaba que não tenho muito o que falar, né? Só que hoje senti uma enorme necessidade, ela chega quase que a falar por mim...
Meu irmão me presenteou semana passada com o novo álbum da Ana Carolina. Simplesmente sem palavras... cada música fala por si só... não tenho como dizer uma música somente.. todas sem distinção são sublimes. Ela sem dúvida alguma sabe falar de amor como ninguém...
Tem uma que a letra diz perfeita e sabiamente o que estou passando neste exato momento. Se tiverem a oportunidade de ouvir, ouçam pois garanto que não se arrependeram. Colocarei abaixo a letra, gente é tudo de melhor que já ouvi.
Beijinhos da guinha sumidinha. Michele.


É mágoa


É mágoa já vou dizendo de antemão
Se eu encontrar com você
Tô com três pedras na mão
Eu só queria distância da nossa distância
Sair por aí procurando uma contramão
Acabei chegando na sua rua
Na dúvida qual era a sua janela
Lembrei que era pra cada um ficar na sua
Mais é que até a minha solidão tava na dela
Atirei uma pedra na sua janela
E logo correndo me arrependi
Foi o medo de ti acertar
Mais era pra ti acertar
E disso eu quase me esqueci
Atirei outra pedra na sua janela
Uma que não fez o menor ruído
Não quebrou, não rachou, não deu em nada
E eu pensei talvez você tenha me esquecido
Eu só não consegui
Foi te acertar o coração
Porque eu já era o alvo
De tanto que eu tinha sofrido
Aí nem precisava mais de pedra
Minha raiva quase transpassa
A espessura do seu vidro
É mágoa...
O que eu choro é água com sal
Se der um vento é maremoto
Se eu for embora não sou mais eu
Água de torneira não volta
E eu vou embora, Adeus!...


Ana Carolina


Michele às 2:51 PM
Folhas secas ao chão: ()


Quarta-feira, Abril 21, 2004


Viver não dói


Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
Mas de coisas que foram sonhadas
E não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
Apenas agradecer por termos conhecido
Uma pessoa tão bacana,
Que gerou em nós um sentimento intenso
E que nos fez companhia por um tempo razoável,
Um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
O que foi desfrutado e passamos a sofrer
Pelas nossas projeções irrealizadas,
Por todas as cidades que gostaríamos
De ter conhecido ao lado do nosso amor
E não conhecemos,
Por todos os filhos que
Gostaríamos de ter compartilhado,
E não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
Pela eternidade.
Sofremos não porque
Nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
Mas por todas as horas livres
Que deixamos de ter para ir ao cinema,
Para conversar com um amigo,
Para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe
É impaciente conosco,
Mas por todos os momentos em que
Poderíamos estar confidenciando a ela
Nossas mais profundas angústias
Se ela estivesse interessada
Em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu,
Mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos,
Mas porque o futuro está sendo
Confiscado de nós,
Impedindo assim que mil aventuras
Nos aconteçam,
Todas aquelas com as quais sonhamos e
Nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo,
Mais me convenço de que o
Desperdício da vida
Está no amor que não damos,
Nas forças que não usamos,
Na prudência egoísta que nada arrisca,
E que, esquivando-se do sofrimento,
Perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.


Carlos Drummond de Andrade


Michele às 1:44 AM
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Domingo, Abril 04, 2004


O que somos


Numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas - uma grande de quatrocentos réis e outra menor, de dois mil réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
Eu sei, respondeu o tolo - ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa. A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é. Dizendo em forma de pergunta: Quais eram os verdadeiros tolos nesta história?
Outra conclusão: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Porém a conclusão mais interessante a meu ver é a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não tem uma boa opinião ao nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos.



Palavras da Guinha


Aproveito para me desculpar perante todos os visistantes deste humilde mais sincero cantinho. Passei por mudanças em minha vida neste período em que estive afastada. Quero deixar bem claro que estou bem, aliás muuuuuuito bem. Julgo que mudanças se tornam necessárias para amadurecermos e para termos progresso. Aos que se preocuparam de fato quero tranquilizá-los que estou feliz e que nada e ninguém mudará o meu jeito. Nunca tive medo de arriscar e muito menos de deixar coisas que um dia foram importantes para trás. Gosto do que é novo e quando o que era necessário deixa de ser não penso duas vezes em chutar o balde. Chuto mesmo e para bem longe. Farei daqui um tempinho uma viagem para visitar minha família no sul do país, mais precisamente em Porto Alegre pois afinal tem 9 anos que não os vejo por falta de tempo. Acredito acima de tudo em Deus e sei que ele jamais desampara um filho e por este motivo deixo em suas Preciosas Mãos o que me fizeram. Nada fará com que eu mude o meu jeito... a minha essência. Até tentaram mais digo veementemente que não conseguiram. Encerro meu retorno a este mundinho virtual deixando a seguinte certeza: "Deus o que eu tenho e causa inveja aos fracos foste tu que me deste e só tu poderás me tirar".
Deixo aqui um abraço bem apertado de quem está cheia de saudades. Da sempre guinha ( apesar de sumir às vezes ) Mi.


Michele às 7:06 PM
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Quinta-feira, Março 18, 2004


Faxina na alma


Não importa onde você parou ou em que momento da vida você cansou. Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo. É renovar as esperanças. E eu pergunto: sofreu muito nesse período? Foi a dor do aprendizado... Chorou muito? Foi a limpeza da alma... Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las... Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora... Pois é... agora é hora de reiniciar, de encontrar prazer nas coisas simples... Um corte de cabelo, um novo curso ou aquele velho desejo de aprender a pintar,desenhar, dominar o computador. Olha quantos desafios, quantas coisas novas te esperando! Está se sentindo sozinho? Besteira, tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento". Tem tanta gente esperando apenas um sorriso para chegar perto de você. Recomeçar!! Hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar? Sonhe alto! Queira o melhor do melhor! Pensando assim, trazemos aquele que desejamos. Se pensarmos pequeno, coisas pequenas teremos. Tire o dia para uma faxina mental! Jogue fora tudo que te prende ao passado: fotos, roupas, papel de bala, ingressos de cinema, bilhetes de viagens e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados. Esvazie seu coração! Fique pronto para a vida, para um novo amor. Lembre-se: somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes.
Afinal de contas, nós somos o amor. "Sou do tamanho daquilo que vejo e não do tamanho da minha altura."

Carlos Drummond de Andrade



Michele às 10:39 AM
Folhas secas ao chão: ()


Segunda-feira, Março 15, 2004


Amor e Saudade


O amor e a saudade
Não há regras...
Não há controle...
Apenas acontece!!
Você não consegue resistir
Por mais que tente fugir
Ele chega pra você...
Este amor que lhe tem de ser!!

Não há distância que impeça...
Não há ausência que afaste...
Apenas acontece!!
Você não consegue deixar de sentir
Por mais que tente impedir
Ela fica em você...
Esta saudade que lhe faz sofrer!!

E assim...
O amor e a saudade
Vão caminhando
Crescendo...se avolumando
Juntamente com a esperança...
Esta esperança que faz acreditar
Na realização desse amor

Um amor que parece
Impossível de acontecer...
Mas se lhe está destinado
No momento certo você vai viver!
E a saudade??
Já não vai mais existir
Já não vai mais fazer sofrer
Enfim serei sua,
E você será meu!!

Mônica Amélia



Michele às 9:01 AM
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?.?.?...


Michele às 8:45 AM
Folhas secas ao chão: ()


Sexta-feira, Março 12, 2004


Do teu sensato interior,
Como uma nascente de águas cristalinas
Fluem rios de tanta bondade
Desta alma de menina.

De modos tão sublimes
Que atraem até os descrentes
Espalhas tanto carinho,
Nos gestos de uma adolescente.

A quem teus olhos contemplam
Será bem feliz se souber,
Que dentro desse teu corpo
Vive uma soberana mulher.

Eternamente bela
Em todas as estações do ano
É muito pouco para ti
Ser Simplesmente Outono.

Recebi este belo presente de uma pessoa simplesmente... encantadora...
Obrigada de verdade... Paulo. Eu real e sinceramente... Te adoro.


Michele às 8:49 AM
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Quinta-feira, Março 11, 2004


Escolhas da Vida


João era o tipo do cara que você gostaria de conhecer. Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer. Quando alguém lhe perguntava como ele estava, a resposta seria algo:
- Se melhorar estraga.
Ele era um gerente especial pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato.
Se um colaborador estava tendo um dia ruim, João estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
- Você não pode ser uma pessoa tão positiva todo o tempo. Como você faz isso?
Ele me respondeu:
- A cada manhã ao acordar digo para mim mesmo, João, você tem duas escolhas hoje. Pode ficar de bom humor ou de mau humor. Eu escolho ficar de bom humor. Cada vez que algo de ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo. Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.
- certo, mas não é fácil, argumentei:
- É fácil, disse-me João. A vida é feita de escolhas. Quando você examina a fundo, toda a situação sempre há uma escolha. Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver a sua vida. Eu pensei sobre o que João disse, e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.
Anos mais tarde soube que João cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta. Pela manhã foi rendido por assaltantes. Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo de nervosismo, desfez a combinação do segredo.
Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele. Por sorte ele foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital.
Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas pelo corpo.
Encontrei João mais ou menos por acaso. Quando lhe perguntei como estava, respondeu:
- Se melhorar estraga.
Contou-me o que havia acontecido perguntando:
- Quer ver minhas cicatrizes?
Recusei ver seus antigos ferimentos mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.
- A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu. Então deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas: poderia viver ou morrer. Escolhi viver.
- Você não estava com medo? perguntei.
- Os paramédicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia: "esse aí já era". Decidi então que tinha que fazer algo.
- O que você fez? perguntei:
- Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Me perguntou se eu era alérgico a alguma coisa.
Eu respondi: "sim". Todos pararam para ouvir minha resposta:
Tomei fôlego e gritei: "- sou alérgico a balas"!
Entre risadas lhes disse:
- "- Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não morto".
- João sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também graças a sua atitude. Aprendi que todo dia temos a opção de viver plenamente.
- Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO".

( Infelizmente desconheço o autor deste belíssimo texto ).


Michele às 11:06 AM
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Quarta-feira, Março 10, 2004


"Feliz é aquele que sabe ao certo o que procura, porque quem não sabe o que procura, não vê o que encontra".


Claude Bernard


Obs: Sei exatamente o que procuro... Espero enxergar com os olhos da sabedoria quando o encontrar.


Michele às 10:58 AM
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Terça-feira, Março 09, 2004


Anjinhos Distraídos


Era uma vez um anjinho, muito distraído, chamado Amorel
ele recebeu uma incumbência de Deus:
"Amorel, acabo de inventar os humanos, eles estão
classificados como homem e mulher. Cada um tem seu par e já estão todos alinhados de par em
par. Pegue esta bandeja de humanos e leve para que eles
habitem a Terra".
Amorel, ficou contente, pois há muito tempo o Senhor não o chamava para tão nobre trabalho.
O anjinho pegou a bandeja e ao virar uma esquina lá no
céu, trombou com uma anjinha chamada Amanda.
A bandeja voou longe, e todos os casais de humanos se
misturaram.
Amorel e Amanda ficaram desesperados e foram contar para
Deus o ocorrido.
O Senhor falou: Vocês derrubaram, vocês juntarão!
Porém, parece que Deus se esqueceu que os anjinhos eram
distraídos. E é por isso que a cada dia os casais se juntam e se separam.
Os dois anjinhos, trabalham incessantemente para que os
casais originais se encontrem. O trabalho é muito difícil, tanto é que por muitas vezes
eles juntam casais errados, pois os humanos espalhados ficam inquietos e cobram o serviço dos
anjinhos o tempo todo. Quando os humanos se mostram muito desesperados, os
anjinhos unem dois desesperados, mas logo depois percebem o engano e os separaram.
E, por muitas vezes, está separação é brusca, pois não se tem tempo a perder.
Recebi um bilhete dos dois anjinhos e vou mandar pra
você agora: "Se você é um humano, queremos pedir desculpas pela
nossa distração, pois errar não é só humano! Estamos trabalhando com empenho, porém, sempre contando
com a ajuda de vocês. Não se desesperem mas também, não se isolem, tentem se mostrar realmente,
quem é cada um de vocês, pois a medida que cada um mostrar o que é de verdade, vai tornar o nosso
trabalho mais fácil. Aproveitamos a oportunidade, para nos desculpar pelas separações abruptas,
sabemos que elas geram muito transtorno, mas se nós o separamos de alguém, é por que
em algum canto vimos alguém bem mais parecido e por isso
precisamos isolá-los para facilitar o encontro.

(Desconheço o autor)





Michele às 9:34 AM
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Segunda-feira, Março 08, 2004


"A insustentável leveza de Ser Mulher..."


A mulher é o único ser da criação que abriga dentro de si, um templo.
Só ela sabe ser Deusa e ser Santa, ser Rainha e ser Mulher,
Ser forte quando precisa, e ser frágil quando quer.
Mulher que gera vidas, e cria a humanidade.
Que sabe ser estrela, e sabe ser saudade.
Só ela sabe ser mulher e ser menina, ser sedutora e ser seduzida.
Ela é Luz quando brilha, é paz quando acalma e tranqüiliza.
Ela é música quando é alegria, é ritmo vibrante quando improvisa.
Ela é tempestade quando chora, ou um Vulcão quando Ama.
Ela sofre discriminação, é incompreendida,mas sabe superar.
Sofre preconceitos, tem lá os seus defeitos,mas sabe perdoar.
É mulher e é amante, é companheira e é guerreira,
Ela pode até perder a luta, mas nunca perde os seus ideais...
Ela pode até perder os seus amores, mas nunca desiste de sonhar.
É feminina, sensível, amável, sem perder a força.
Ela é ternura quando envolve, é segredo quando encanta.
Assim como a lua, ela tem as suas fases, todas imprevisíveis, todas incomunicáveis.
A mulher é o maior de todos os mistérios, que alguns ainda não conseguiram desvendar.

Ps.: Que todos os dias são nossos... alguém duvida?


Michele às 2:29 PM
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Quinta-feira, Março 04, 2004


Ninguém


A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iriam passar a noite comigo.
A porta se fechou como uma despedida para a rua, mas aporta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre se fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim.
Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar um ovo. A gordura espirra ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.
Busquei no silêncio da copa algum inseto mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisa ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto diria que eu estava ficando doido. Eu sorriria. Mas não havia ninguém. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém para me ver. Ninguém para me ouvir. Não havia ninguém. Eu podia até morrer.
De manhã o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois uma conhecida me perguntou se estava tudo azul e eu sorri e disse que sim, estava, tudo azul.

Luiz Vilela - Tremor de terra.


Michele às 8:56 AM
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Terça-feira, Março 02, 2004


Só Tinha de Ser com Você


É,
Só eu sei
Quanto amor
Eu guardei
Sem saber
Que era só
Pra você.
É, só tinha de ser com você,
Havia de ser pra você,
Senão era mais uma dor,
Senão não seria o amor,
Aquele que o mundo não vê,
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
É, você que é feito de azul,
Me deixa morar nesse azul,
Me deixa encontrar minha paz,
Você que é bonito demais,
Se ao menos pudesse saber
Que eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.

Tom Jobim


Michele às 2:33 PM
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Segunda-feira, Março 01, 2004


Águas de Março


É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
é um caco de vidro, é a vida, é o sol
é a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
é peroba do campo, é o nó da madeira
caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
é o mistério profundo
é o queira ou não queira
é o vento ventando, é o fim da ladeira
é a viga, é o vão, festa da cumeeira
é a chuva chovendo, é conversa ribeira
das águas de março, é o fim da canseira
é o pé, é o chão, é a marcha estradeira
passarinho na mão, pedra de atiradeira
Uma ave no céu, uma ave no chão
é um regato, é uma fonte
é um pedaço de pão
é o fundo do poço, é o fim do caminho
no rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego
é uma ponta, é um ponto
é um pingo pingando
é uma conta, é um conto
é um peixe, é um gesto
é uma prata brilhando
é a luz da manhã, é o tijolo chegando
é a lenha, é o dia, é o fim da picada
é a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
é o projeto da casa, é o corpo na cama
é o carro enguiçado, é a lama, é a lama
é um passo, é uma ponte
é um sapo, é uma rã
é um resto de mato, na luz da manhã
são as águas de março fechando o verão
é a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
é uma cobra, é um pau, é João, é José
é um espinho na mão, é um corte no pé
são as águas de março fechando o verão
é a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
é um passo, é uma ponte
é um sapo, é uma rã
é um belo horizonte, é uma febre terçã
são as águas de março fechando o verão
é a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
Pau, pedra, fim do caminho
resto de toco, pouco sozinho
Pau, pedra, fim do caminho,
resto de toco, pouco sozinho.

Tom Jobim






Michele às 9:14 AM
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Sexta-feira, Fevereiro 20, 2004




Ainda ...


Michele às 10:41 AM
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Quinta-feira, Fevereiro 19, 2004




Pensando em Você

Eu
Estou pensando em você
Pensando em nunca mais
Pensar em te esquecer
Pois quando penso em você
É quando não me sinto só
Com minhas letras e canções
Com o perfume das manhãs
Com a chuva dos verões
Com o desenho das maçãs
Com você me sinto bem
Eu estou pensando em você
Pensando em nunca mais
Te esquecer

Paulinho Moska.


Michele às 10:47 AM
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Quarta-feira, Fevereiro 18, 2004




Não me perca


Não me perca de vista,
Não deixe que eu desapareça de sua vida,
Antes de precisar de mim...
Não deixe que eu vá embora,
Sem antes saber quem sou,
E quais os meus sonhos,
Talvez sejam os mesmos sonhos seus,
Quem sabe... ?
Não me perca de vista nunca,
Mesmo que não esteja interessado agora,
Pode ser que um dia,
Tenha saudades de mim,
Não me deixe seguir sozinha esta estrada,
Sem antes saber se gostaria de ir também,
Sem antes descobrir que é exatamente
O caminho que sempre procurou...
Não me perca,
Talvez só eu possa ser pra você,
A esperada chegada,
O tão sonhado caso de amor,
A linda e infinita história
E a realidade mais sublime de se viver...
Mas não me perca,
Deixe-me ficar e esperar por você,
Esperar que você me chame,
Que você precise de minha companhia
Que você tenha por mim todo seu carinho,
Que você de repente descubra
Que está me amando...
E agradeça a Deus por ter
Permitido que meu coração
Tenha ficado sempre ao seu lado,
Te esperando...
E por tudo isso ...
Mais uma vez eu te digo:
NÃO ME PERCA ..." NUNCA "

Vilma Galvão.


Michele às 8:46 AM
Folhas secas ao chão: ()


Segunda-feira, Fevereiro 16, 2004




Momentos Sublimes


Eu podia ficar acordada
Só para ouvir você respirando
Observar seu sorriso
Enquanto você está dormindo
Enquanto você está distante e sonhando.
Eu podia passar a minha vida
Nesta doce renúncia.
Eu podia ficar perdida
Neste momento eternamente.
Cada momento gasto com você
É um momento que prezo muito.

Deitada perto de você
Sentindo o seu coração batendo
E estou querendo saber
O que está sonhando
Querendo saber se sou eu ou com quem
Você está se encontrando...
Então eu beijo os seus olhos
E agradeço a Deus que estamos juntos.
Eu só quero ficar com você
Neste momento eternamente,
Eternamente...

Não quero fechar meus olhos,
Não quero adormecer,
Pois eu perderia você,
E eu não quero perder nenhum momento.


Michele às 9:55 AM
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Quinta-feira, Fevereiro 12, 2004




A Raiva e o Barro


Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Júlia, sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia porque ia sair com sua mãe naquela manhã. Júlia, então, pediu à coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio. Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. Chorando e muito nervosa.
Mariana desabafou: "Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão." Totalmente descontrolada,Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mamãe, com muito carinho, ponderou:
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu sapatinho novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em seu sapato? Ao chegar à sua casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra do que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
- Pois é, minha filha! Com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu ir para a sala ver televisão. Logo depois alguém tocou a campainha Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.
Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou. E, tomando a sua coleguinha pela mão, levou-a para o quarto para contar a história do sapato novo que havia sujado de barro. Segure seus ímpetos, deixe o barro secar para depois limpá-lo. Assim você não correrá o risco de cometer uma injustiça.


Michele às 8:04 AM
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Terça-feira, Fevereiro 10, 2004




Gostava de ir



Gostava de ir fundo
De não prometer nada
E se arrepender nunca
E ria do amor que eu dava
Pensava saber muito
Que não ia sofrer jamais
Depois que perdeu tudo
Me viu a olhar pra traz
O Tempo apagou a sua estrada
Você não achou nada pra perder
Fui eu o tempo todo sem você
Se você quiser ser mais feliz
Preste atenção no que faz
Preste atenção no que diz
Quero te dizer seja feliz
Preste atenção no que faz
Preste atenção no que diz.

Zé Ricardo


Michele às 7:46 AM
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Segunda-feira, Fevereiro 09, 2004




Vou deixar a vida me levar pra onde ela quiser...





Michele às 7:33 AM
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Sexta-feira, Fevereiro 06, 2004




Para Alguém Muito Importante...


Eu aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém. Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim, e ter paciência para que a vida faça o resto; que não importa o quanto certas coisas são importantes para mim pois tem gente que não dá a mínima, e jamais conseguirei convencê-las; que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.
Eu aprendi que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso preciso saber do que estou falando; que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida; que por mais que você corte o pão em fatias, este pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo que cortamos de nosso caminho.
Eu aprendi que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência; que posso ir além dos limites que eu próprio me coloquei; que eu preciso escolher entre controlar meus pensamentos, ou ser controlado por eles.
Eu aprendi que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independente do medo que sentem; que perdoar exige muita prática; que há muita gente que gosta de mim, mais não consegue expressar isso.
Eu aprendi que, nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que ia tentar piorar minha vida; que eu posso ficar furioso, tenho o direito de irritar, mas não tenho o direito de ser cruel; que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis. Será uma tragédia para o mundo se eu consigo convencê-la disso.
Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e eu tenho que me acostumar com isso; que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro; que não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi que às vezes as circunstâncias da minha infância pode ser responsável pelo o que sou ou pelo o que eu venha ser, mas não pelas escolhas que farei quando adulto; que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver; que quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiam. E quando duas pessoas não discutem não significa que elas se gostam.
Eu aprendi que por mais que eu queira proteger meus amigos eles vão se machucar, e eu também serei machucado e isso faz parte da vida; que minha existência pode mudar.
Eu aprendi que a palavra amor perde o seu sentido quando usada sem critério; que certas pessoas vão embora de qualquer maneira; que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas que eu acredito...


Michele às 8:46 AM
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Quinta-feira, Fevereiro 05, 2004




Sabedoria Canina


Você já se imaginou agindo como a sabedoria canina? A vida teria uma perspectiva mais amistosa. Tente:


1. Nunca deixe passar a oportunidade de sair para um passeio.
2. Experimente a sensação do ar fresco e do vento na sua face por puro prazer.
3. Quando alguém que você ama se aproxima, corra para saudá-lo ( a ).
4. Quando houver necessidade, pratique a obediência.
5. Deixe os outros saberem quando invadiram o seu território.
6. Sempre que puder tire uma soneca e se espreguice antes de se levantar.
7. Corra, pule e brinque diariamente.
8. Coma com gosto e entusiasmo, mas pare quando estiver satisfeito.
9. Seja sempre leal.
10. Nunca pretenda ser algo que você não é.
11. Se o que você deseja está enterrado, cave até encontrar.
12. Quando alguém estiver passando por um mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e, gentilmente, tente agradá-lo.
13. Quando chamar a atenção, deixe alguém tocá-lo.
14. Evite morder quando apenas rosnando resolve.
15. Nos dias mornos, deite-se de costas sobre a grama.
16. Nos dias quentes, beba muita água e descanse embaixo de uma árvore frondosa.
17. Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
18. Não importa quantas vezes for censurado, não assuma a culpa que não tiver e não fique amuado... corra imediatamente de volta para seus amigos.
19. Alegre-se com o simples prazer de uma caminhada.
20. Quando alguém de que você tanto gosta chegar, faça festa, mostrando o quanto ela é importante pra você.

Autor Desconhecido


Michele às 7:54 AM
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Quarta-feira, Fevereiro 04, 2004




O Valor de um Amigo


- Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor, solicito permissão para ir buscá-lo, disse um soldado ao seu tenente.
- Permissão negada, replicou o oficial. Não quero que arrisque sua vida por um homem que provavelmente está morto.
O soldado, ignorando a proibição, saiu, e uma hora mais tarde regressou, mortalmente ferido, transportando o cadáver de seu amigo. O oficial estava furioso:
- Já tinha dito que ele estava morto!!! Agora eu perdi dois homens! Diga-me: Valeu a pena trazer um cadáver?
- E o soldado, moribundo, respondeu:
- Claro que sim, senhor! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e pôde me dizer: " Tinha certeza de que você viria "....

Moral da História: Amigo é aquele que chega quando todo mundo já se foi.


Autor Desconhecido


Michele às 2:36 PM
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Terça-feira, Fevereiro 03, 2004




Um Olhar Diferente


Em certo lugar, numa data imprecisa existia um cego. Embora sofrendo com sua cegueira, procurava ser útil a sua comunidade. E fazia o que todo cego faz para se orientar-se.
Em suas caminhadas, levava em conta edifícios, o número de degraus, as árvores. O tato era sua visão. Um dia derrubaram uma casa e fecharam a rua. Nosso cego ficou desorientado. Perdeu-se e foi andando as tontas.
Nem dado momento, aproximou-se de uma ponte. Um passo falso... e poderia despencar-se nas águas tranqüilas, porém profundas.
Nesse instante, uma caridosa mão acolhe-o. Tratava-se de uma garota. Ela perguntou para onde o cego pretendia ir e acompanhou-o até o local.
Naturalmente, o cego desfez-se de mil agradecimentos, educadamente recusados pela garota. Sim, era ela quem devia agradecer. E diante da perplexidade do cego, contou sua história.
Desiludida, decidira acabar com sua vida, pretendia jogar-se do alto da ponte. E foi quando o cego surgiu. Ela instantaneamente sentiu vontade de ajudá-lo. Era a hora do seu renascimento. Ela decidiu viver.
Ao estender sua mão a alguém, aquela jovem encontrou a solução para si mesma. E decidiu que continuaria lutando. Situações difíceis roubam-nos tantas vezes a alegria. E a gente se fecha, isola-se, concluindo que nada dá certo, que não vale a pena viver.
Quando nos damos conta de que há pessoas que sofrem, e sofre, mais do que nós, nossos problemas ficam menores e encontramos força para a superação. Estender a mão ao próximo é resolver nossos problemas.

Autor Desconhecido


Michele às 9:41 AM
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Segunda-feira, Fevereiro 02, 2004




O Alpinista


Esta e a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu depois de muito anos de preparação, escalar o Aconcagua. Mas ele queria a glória somente para ele, e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada desta dificuldade. Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, porém ele não havia se preparado para acampar, resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo. Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo a frente do nariz, não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua, e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo por uma parede a apenas 100m do topo ele escorregou e caiu... caía a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na mesma escuridão, e sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade. Ele continuava caindo... e nesses angustiantes momentos, passavam por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele já havia vivido em sua vida... De repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade... Schak. Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura. Nesses momentos de silêncio, suspenso pelos ares na completa escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar: Óhhhhhhh! Meu Deus me ajude!!!!!.... De repente uma voz grave e profunda vinda do céu respondeu:
- O que você quer de mim meu filho?
- O alpinista respondeu:
- Me salve, Meu Deus, por favor!
- E Deus lhe disse:
- Você realmente acredita que eu possa te salvar?
- E o alpinista tornou a responder:
- Eu tenho certeza Meu Deus.
- Então, Deus lhe ordenou:
- Então corte a corda que o mantém pendurado...
Houve um momento de silêncio e reflexão... O homem se agarrou mais ainda a corda e refletiu que se fizesse isso morreria...
Conta o pessoal de resgate que no outro dia encontrou um alpinista congelado... morto... agarrado com força... com as duas mãos a uma corda a tão somente dois metros do chão.

Obs: Você está segurando fortemente sua corda? Por que você não a solta?


Autor Desconhecido


Michele às 9:49 AM
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Sexta-feira, Janeiro 30, 2004




A Águia e a Galinha


Certo dia, um fazendeiro, caçando nas montanhas, achou um ninho de águias com filhotes. Pegou um e trouxe à sua fazenda criando-o no galinheiro. Em visita à fazenda, um amigo se comoveu ao ver uma águia naquele estado, comendo, andando e dormindo como galinha. Argumentou que era uma violência contra a natureza deixar uma águia daquela passar tamanha humilhação. O dono da fazenda, dando sonora gargalhada, retrucou:
- " Pensa como galinha, age como galinha, é galinha ". O amigo, inconformado, levou a ave às montanhas e no ponto mais alto bradou:
- " Águia, aqui não é teu lugar, a ti são reservados os vôos mais altos, o céu mais azul, o lugar dos vencedores ", e atirou a águia para o alto. O pássaro ensaiou bater as asas, titubeou e logo caiu. O fazendeiro, não perdoou:
- " Age como galinha, é galinha! ". O amigo, treinador persistente, insistiu mais uma vez:
- " Águia, tu és a ave mais forte, o céu é teu limite. És uma criação maravilhosa de Deus, ocupe o teu lugar no Universo. Voe águia... Voe... voe e vença. Você pode, você veio para vencer ". E jogou ainda mais alto o pássaro que ganhou a vastidão do espaço. Aí, cheio de orgulho, contemplando o vôo majestoso da águia, o amigo setenciou:
- " Pensa e age como galinha, é galinha. Pensa e age como águia, é águia ".

Autor Desconhecido


Michele às 8:22 AM
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Quinta-feira, Janeiro 29, 2004




Uma História de Amor


O garoto estava preso entre as engrenagens da ponte levadiça e um transatlântico carregando centenas de passageiros estava se aproximando rapidamente. O pai do menino, o operador da ponte, não tinha se dado conta do desaparecimento de seu filho até este momento. Em pânico saiu à procura de seu filho somente o achando inconsciente entre duas alavancas que levantavam a ponte para dar passagens aos navios. Ele caiu enquanto brincava.
O pai agora estava com medo diante das alternativas que tinha a sua frente. O transatlântico que não parava de se aproximar com centenas de vidas a bordo, com o choque iria matar a todos se a ponte não fosse elevada; e seu filho caído na caixa de engrenagem, seria instantaneamente esmagado se o botão que aciona a ponte fosse ligado.
Com toda sua força ele tentou baixar o braço para retirar a criança rapidamente dali para um lugar seguro. O tempo estava se esgotando. Ele simplesmente não conseguia alcançar o garoto. Lágrimas desciam interminantemente do rosto do homem juntamente com o pressentimento de que ninguém iria socorrê-los e a mágoa o tomava por completo. Ele fez a última tentativa. Mas de nada adiantou. A única coisa que o pai ouvia eram as vozes e as altas gargalhadas das pessoas que se divertiam no transatlântico que se aproximava cada vez mais. A aterrorizante decisão tem de ser tomada imediatamente. Irá seu amado filho viver? Ou irão aqueles farristas desconhecidos viver? Com apenas segundos para a decisão final ele sabe que seja qual for, terá de viver com isto o resto de sua vida.
Lágrimas de lamento transbordaram nos olhos deste pai que agora via todos aquelas pessoas desconhecidas passarem debaixo dele. Elas estavam rindo como se nada tivesse acontecido, completamente sem saber que o solitário homem acima delas tinha poupado suas vidas pelo sacrifício da vida de seu próprio filho. Elas nunca se deram conta do amor que lhes foi mostrado naquele dia.

Autor Desconhecido


Michele às 7:46 AM
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Quarta-feira, Janeiro 28, 2004




A Lição da Borboleta


Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe. Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno, tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo.
Nada aconteceu. Na verdade, a borboleta passou o resto da vida se rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que ela estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.



Autor Desconhecido


Michele às 7:48 AM
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Terça-feira, Janeiro 27, 2004




Voltando da Guerra


Esta história é sobre um soldado que finalmente estava voltando para casa depois de ter lutado no Vietnã. Ele ligou para seus pais em São Francisco:
- Mãe, pai, estou voltando para casa, mas, eu tenho um favor a pedir. Eu tenho um amigo que gostaria de trazer comigo.
- Claro! Nós adoraríamos conhecê-lo!!!
- Há algo que vocês precisam saber, continuou o filho: Ele foi terrivelmente ferido na luta; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.
- Eu sinto muito ouvir isso filho, nós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele morar.
- Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco.
- Filho, você não sabe o que está pedindo. Alguém com tanta dificuldade seria um grande fardo para nós. Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo. Neste momento filho bateu o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele. Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um telefone da polícia de São Francisco. O filho deles havia morrido depois de ter caído de um prédio. A polícia acreditava em suicídio. Os pais angustiados voaram para São Francisco e foram levados para o necrotério a fim de identificar o corpo do filho. Eles o reconheceram, mas, para o seu horror, descobriram algo que desconheciam:
- O filho deles tinha apenas um braço e uma perna.
- Os pais, nesta história são como muitos de nós. Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas, não gostamos das pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis.
- De preferência, ficamos longe dessas e de outras que não são saudáveis, bonitas ou espertas como nós. Alguém que nos ama com um amor incondicional, que nos acolhe dentro de uma só família. Precisamos aceitar as pessoas como elas são, e ajudar a todos a compreender aqueles que são diferentes de nós.
- Há um milagre chamado AMIZADE, que mora em nosso coração. Você não sabe como acontece ou quando surge. Mas, você sabe que este sentimento especial aflora e percebe que a Amizade é o presente mais precioso de Deus.
- Amigos são como jóias raras.
- Eles nos fazem sorrir e nos encorajam para o sucesso.
- Eles nos emprestam um ouvido, compartilham uma palavra de incentivo e estão sempre com o coração aberto.



Autor Desconhecido


Michele às 9:22 AM
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Segunda-feira, Janeiro 26, 2004




A Raposa e o Lenhador

Existiu um lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ida trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.
Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem; e portanto, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança.
O lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam: "Lenhador abra os olhos! A Raposa vai comer o seu filho". " Quando sentir fome, comerá o seu filho ".
Um dia o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca coberta de sangue.
O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa...
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou o seu filho no berço dormindo tranqüilamente a ao lado uma cobra morta...
O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.

Autor Desconhecido.





Michele às 8:41 AM
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Sexta-feira, Janeiro 23, 2004




...


Michele às 3:28 PM
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Quinta-feira, Janeiro 22, 2004




A ÁRVORE DOS MEUS AMIGOS


Michele às 4:48 PM

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